A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.
Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.
Notícias e Reflexões sobre Ilhéus, Automobilismo, Computação e o que mais for de noticiar ou de refletir
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domingo, 22 de fevereiro de 2015
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Varrourinhas pelo mundo afora
Como seria o Frevo Vassourinhas, se tocado ao redor do mundo?
Sivuca nos mostra!
Sivuca nos mostra!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
O PT acabou? Viva o PT!
Wagner Iglecias
Original aqui.
A moda desse verão na bolsa de apostas da política nacional é dizer que o PT tá indo pro brejo. Será? Militantes e simpatizantes do partido dirão que não, que isso é um absurdo. Adversários batem o pé que sim. Acho eu, para usar uma expressão chique, que tem uma boa dose de wishfull thinking nisso tudo, tanto de um lado como de outro. Uns ainda sonhando com um PT que já não existe mais. Outros destilando seu ódio costumeiro ao partido que é a referência central da política brasileira neste século.
Pesquisa Datafolha publicada neste domingo informa que 71% dos brasileiros não têm preferência por partido nenhum. E que entre os que têm, 12% preferem o PT. É uma queda vertiginosa, se comparada a outubro passado, quando 22% disseram optar pela legenda. O problema é que os demais partidos empolgam menos ainda o brasileiro: apenas 5% dizem preferir o PSDB (eram 7% em outubro) e menos gente ainda, 4%, cita o PMDB (mesmo percentual de outubro).
Original aqui.
A moda desse verão na bolsa de apostas da política nacional é dizer que o PT tá indo pro brejo. Será? Militantes e simpatizantes do partido dirão que não, que isso é um absurdo. Adversários batem o pé que sim. Acho eu, para usar uma expressão chique, que tem uma boa dose de wishfull thinking nisso tudo, tanto de um lado como de outro. Uns ainda sonhando com um PT que já não existe mais. Outros destilando seu ódio costumeiro ao partido que é a referência central da política brasileira neste século.
Pesquisa Datafolha publicada neste domingo informa que 71% dos brasileiros não têm preferência por partido nenhum. E que entre os que têm, 12% preferem o PT. É uma queda vertiginosa, se comparada a outubro passado, quando 22% disseram optar pela legenda. O problema é que os demais partidos empolgam menos ainda o brasileiro: apenas 5% dizem preferir o PSDB (eram 7% em outubro) e menos gente ainda, 4%, cita o PMDB (mesmo percentual de outubro).
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Nenhum governo resiste ao vácuo de poder
Luís Nassif
Original aquiHá um perigoso vácuo de poder no governo Dilma Rousseff.
No dia seguinte à eleição de Dilma, a oposição inaugurou o terceiro turno, uma guerra implacável de desestabilização.
Criou-se um problema a mais em um cenário já complexo, com problemas fiscais, economia estagnada, contas externas deficitárias, o desemprego começando a se apresentar.
Dilma tem um conjunto de questões para administrar, divididas da seguinte maneira:
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
40 anos atrás
Émerson era bi-campeão, e seguiria na Mclarem mas enfrentando um rival á altura: Niki Lauda, e a Ferrari. Acabaria em segundo lugar.
Como em segundo lugar terminou no GP do Brasil, vencido por José Carlos Pace.
Ver a Brabham (sim, a pintura parece com a da Williams de hoje em dia, mas era a Brabham), a Mclarem, a Tyrrel, a Lotus e a Ferrari daqueles tempos é emocionante.
E ver a primeira dobradinha do Brasil na Fórmula 1 também.
40 anos atrás...
Como em segundo lugar terminou no GP do Brasil, vencido por José Carlos Pace.
Ver a Brabham (sim, a pintura parece com a da Williams de hoje em dia, mas era a Brabham), a Mclarem, a Tyrrel, a Lotus e a Ferrari daqueles tempos é emocionante.
E ver a primeira dobradinha do Brasil na Fórmula 1 também.
40 anos atrás...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
Quatro anos de desafios e conquistas
Márcio Holland (da Folha)
Original aqui.Mesmo na adversidade, colocamos em prática medidas que devem, ao longo do tempo, gerar resultados positivos para a economia
Depois do derretimento global de 2008 para 2009, o mundo ensaiava voltar a crescer. De posse desse diagnóstico, foi desenhado um programa de consolidação fiscal, que levou o superavit primário a 3,1% do PIB (Produto Interno Bruto).
A crise financeira internacional de 2008 havia adquirido outros contornos, particularmente na zona do euro e na periferia da Europa. Após crescer 10,4%, a China começou a desacelerar para um crescimento em torno de 7,5%. O crescimento do comércio mundial se retraiu e as taxas de desemprego aumentaram.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
A crise do modelo político brasileiro
Por Luis Nassif
Original aqui. Há alguma coisa de muito errado no modelo político-administrativo brasileiro.
Ontem, o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro entrou com uma ação contra o reajuste das passagens de ônibus. Tempos atrás, um procurador federal de Goiás pretendeu proibir toda propaganda oficial sobre a Copa. No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo chegou ao cúmulo de vetar reajustes de IPTU (Imposto Territorial e Urbano), que são prerrogativa da Prefeitura.
Entre dia e sai dia e o TCU (Tribunal de Contas da União) avança além das chinelas e interfere em decisões de políticas públicas. No Congresso, qualquer muxoxo de bancadas reverte em vetos a decisões do Executivo.
A ideia de que todo o poder emana do povo e cabe aos eleitos exerce-lo há muito foi atropelada por um cipoal político-jurídico que enfraquece radicalmente os detentores de voto. Não se trata apenas do tal presidencialismo de coalizão, mas de uma fraqueza institucional muito maior do presidencialismo.
Essas distorções transformaram em normalidade verdadeiras aberrações políticas e jurídicas.
Aceitam-se como normais vazamentos de inquéritos sigilosos. O próprio Procurador Geral da República trata como evento normal e incontrolável.
Aceitam-se que Ministros do STF atuem como empresários junto a setores com interesses nos julgamentos do STF e do Conselho Nacional de Justiça.
Aceitam-se que Ministros do TCU e PGRs guardem processos na gaveta, tornando os investigados reféns de suas decisões.
Qualquer factoide da mídia é imediatamente transformado em representação, alimentando escândalos sem base - como ocorreu com o assassinato de reputação do ex-deputado Gabriel Chalita, convalidado pelo PGR Roberto Gurgel.
Esse quadro é agravado pela anomia política do governo federal, pela falta de afirmação do Ministério da Justiça.
Há algo de muito errado com o modelo político brasileiro.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
As origens históricas do unilateralismo norte-americano
Fabio Oliveira Ribeiro
Original aqui.
O governo Obama se esforçou para tentar restaurar a credibilidade dos EUA fortalecendo os organismos multilaterais e renunciando, ainda que de forma hesitante, ao unilateralismo de seu predecessor. George W. Bush Jr. havia transformado o unilateralismo aliado ao "big stick" na sua única política externa. Após declarar que "Quem não está conosco está contra nós" Bush Jr. começou duas guerras (Afeganistão e Iraque) e ameaçou iniciar outras (contra Irã e Coréia do Norte).
Original aqui.
O governo Obama se esforçou para tentar restaurar a credibilidade dos EUA fortalecendo os organismos multilaterais e renunciando, ainda que de forma hesitante, ao unilateralismo de seu predecessor. George W. Bush Jr. havia transformado o unilateralismo aliado ao "big stick" na sua única política externa. Após declarar que "Quem não está conosco está contra nós" Bush Jr. começou duas guerras (Afeganistão e Iraque) e ameaçou iniciar outras (contra Irã e Coréia do Norte).
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