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domingo, 5 de agosto de 2012

Fazendo-se Potência


Como se faz uma potência olímpica?

Curiosamente a resposta a esta pergunta é: não tentando fazer uma potência olímpica.

Isso não fará de nenhuma nação um produtor de campeões olímpicos em escala industrial, como acontece nos Estados Unidos e na China, e acontecia na Alemanha Oriental e na União Soviética, antes do fim da cortina de ferro.

Michael Phelps: supercampeão dos EUA
Larysa Latinina: supercampeã da URSS
É que estas nações levam para o Esporte toda uma disputa diplomática e estratégica de imperialismo cultural, econômico e político. Não são potências esportivas, são fábricas de medalhas. Precisam delas para vender a imagem de supremacia.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Engenho da China

Os meus parcos conhecimentos de física dão conta de que a energia usada para frear e acelerar as máquinas respondem por uma fatia gigantesca dos custos do transporte público.

De fato, imaginando um metrô como o de New York, que pode alcançar até 88 km/h, a energia necessária para acelerar toda aquela massa de metal não é desprezível. E isso precisa ser feito a cada parada.

Vem da China, e está demonstrada no vídeo abaixo, uma idéia muito interessante. Os engenheiros propoem um novo conceito de transporte ferroviário em que o trem não precisa parar na estação e, assim,  seus sistemas de frenagem e seu consumo energético possam ser substancialmente poupados.

Além disso, o tempo perdido em desaceleração, parada para embarque e desembarque e reaceleração pode ser totalmente suprimido.

A idéia, surpreendentemente simples, é manter uma cabine mais leve - cuja estrutura ficará fixa e suspensa - na estação de embarque e desembarque. O trem passa por baixo e, sem a necessidade de parar, se conecta a esta estrutura, ao mesmo tempo em que se desconecta de uma outra cabine similar. Passageiros podem usar a cabine para embarque e desembarque até que o próximo trem passe pela estação, quando a operação se repete.