Como se faz uma potência olímpica?
Curiosamente a resposta a esta pergunta é: não tentando
fazer uma potência olímpica.
Isso não fará de nenhuma nação um produtor de campeões olímpicos em escala industrial, como acontece nos Estados Unidos e na China, e acontecia na Alemanha Oriental e na União Soviética, antes do fim da cortina de ferro.
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| Michael Phelps: supercampeão dos EUA |
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| Larysa Latinina: supercampeã da URSS |
É que estas nações levam para o Esporte toda uma disputa diplomática
e estratégica de imperialismo cultural, econômico e político. Não são potências
esportivas, são fábricas de medalhas. Precisam delas para vender a imagem de
supremacia.

