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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

A Bomba H da Melhor Coréia é uma ameaça para o mundo?

Por Carlos Cardoso
Original aqui.

Ontem sismógrafos detectaram um tremor de 5,1 localizado na Melhor Coréia, na região onde eles realizam testes nucleares subterrâneos. A confirmação veio em um anúncio em rede nacional na TV de lá, teria sido detonado com sucesso o primeiro dispositivo termonuclear norte-coreano. A internet, como sempre, entrou em desespero. Gente honestamente em pânico achava que o mundo ia acabar, que iriam atacar os EUA, que os EUA iriam atacar a Coréia, que havia pânico em Seul, blá blá blá.


Mais uma vez a memória de peixinho dourado da internet é a principal fonte de pânico. Ninguém lembra que reagiu da mesma forma com a bomba de 2013, com a de 2009 e com a de 2006. Ninguém lembra que ter uma bomba é legal mas se você não tiver como levar até o alvo, ela é um belo objeto decorativo e nada mais.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

As origens históricas do unilateralismo norte-americano

Fabio Oliveira Ribeiro

Original aqui.



O governo Obama se esforçou para tentar restaurar a credibilidade dos EUA fortalecendo os organismos multilaterais e renunciando, ainda que de forma hesitante, ao unilateralismo de seu predecessor. George W. Bush Jr. havia transformado o unilateralismo aliado ao "big stick" na sua única política externa. Após declarar que "Quem não está conosco está contra nós" Bush Jr. começou duas guerras (Afeganistão e Iraque) e ameaçou iniciar outras (contra Irã e Coréia do Norte).

sábado, 20 de julho de 2013

História de Guerra

Não gosto muito de histórias de guerra. Mas esta aqui é comovente. Primeiro porque há americanos nela, mas eles não são os heróis. Antes, são as vítimas que o herói salva. Este último papel cabe ao o tenente Franz Stigler, da Luftwaffe, a temida força aérea alemã da segunda guerra. Foi o tenente quem encontrou um avião americano em frangalhos após uma batalha aérea e, incrivelmente, o escoltou ao invés de abatê-lo. Depois os dois pilotos acabariam se conhecendo pessoalmente.

B-17 escoltado por caça da Luftwaffe

A narração abaixo é uma tradução de Flavio Gomes (aqui) do texto original em inglês (aqui).

Depois de bombardear Bremem, o B-17 americano foi severamente atingido por caças alemães Messerschmitt e estava em frangalhos quando finalmente conseguiu se livrar dos aviões da Luftwaffe, que nem se importaram muito. Do jeito que ele estava, não iria durar muito. Cairia no Mar do Norte. Tinha rombos na fuselagem, avarias no bico e na cauda, tripulantes mortos e outros feridos, nenhum poder de fogo.

domingo, 26 de maio de 2013

Exército Fantasma

Uma das histórias mais impressionantes da segunda guerra mundial dá conta de americanos que, sem recursos, sem armamentos e sem soldados, usaram e abusaram de arte.

Em meados de 1944, já próximo do fim da guerra, dois franceses relataram que, desavisados, entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA.

O que seria apenas um incidente entre aliados, ganha contornos dramáticos quando os franceses vêem, sem acreditar, um tanque de guerra sendo carregado por quatro norte-americanos.

"Os americanos são muito fortes", responde um dos soldados.

domingo, 21 de abril de 2013

Charge

Viajando, sem tempo para muitas leituras e escritas por ora. Mas sempre atento ao que há de inteligência circulante.

Uma charge que dá o que pensar.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Israel e Palestina

Muitas vezes não é possível se perceber uma infinidade de mudanças, que revelam ações e interesses, a partir das informações colhidas no instantâneo de um momento.

Por outro lado, normalmente uma análise que considere a evolução temporal do objeto em estudo se mostra reveladora. Esta necessidade de se avaliar não num instante, mas todo o longo de um período é o que os historiadores fazem. E isto se torna bastante elucidativo.

Um exemplo é a questão entre Israel e a Palestina, no médio oriente. O que parece uma simples disputa, com ataques militares e contra-ataques "terroristas", revela-se muito mais surprendente após uma análise extemporânea. Considerando o período que vem desde 1945 até hoje se vê com clareza. Não se trata de uma disputa, ou terrorismo, tampouco diferenças religiosas. Sem entrar no mérito, já que cada lado possui seu arrazoado, a constatação é bem simples: trata-se de uma invasão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A Morte e a Morte de Osama Bin Laden

Está no site "Centre for research on globalization" (Centro para Pesquisas em Globalização), cujo endereço fica disponível aqui. "Osama bin Laden’s Second Death" (A segunda morte de Bin Laden).

Para eles, Bin Laden não foi assassinado ontem, como contam as versões do governo e da mídia americana (devidamente repetidas por todo o mundo). Aquilo tudo não teria passado de uma encenação e uma montagem de fotos por computador.


O texto, de autoria do Dr. Paul Craig Roberts pode ser lido aqui. Parece com o caso relatado n'A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água, onde o maior cachaceiro da cidade morre, mas sua morte passa despercebida por todos até que, no final, ele consegue morrer de novo, desta feita de conhecimento público.