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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Charge

Luis Fernando Cazo.

Genial.


sábado, 11 de julho de 2015

Maioridade penal foi fixada após estupro de menor na prisão, em 1927

Em 1927, menor estuprado na prisão levou Brasil a fixar idade penal


Original aqui

A maioridade penal foi fixada em 18 anos no Brasil em 1927, quando um crime brutal chocou o país e levou as pessoas a questionarem a violência contra as crianças. Desde então, esta é a primeira vez que existe uma proposta de redução.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Uma direita fraca a caminho de uma derrota histórica

Apesar de parecer excessivamente otimista, esta análise de Ion de Andrade traz alguns fatos importantes: o Brasil não é mais o mesmo, e a Democracia de hoje é mais robusta, bem como as forças progressistas.

Se a Direita realmente endurecer o jogo, encontrará uma resposta muito mais dura do que em outros tempos.

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Ion de Andrade
Original aqui

Quando lidamos com um adversário que presumimos mais forte do que nós, uma reação bem esperável é fazer muito barulho. Ocorre quando o ser humano está ameaçado por animais selvagens, mas também em situações de ameaça de violência ou roubo nas cidades. As reações exageradas, barulhentas e espetaculosas costumam, portanto, ser um forte indício de inferioridade na correlação de forças. Servem, aliás, para esconder essa verdade e almejam uma vitória baseada no blefe e na covardia do oponente mais forte que pode não pagar para ver.



A febre pelas análises de conjuntura, de que a esquerda se tornou excessivamente dependente, dificultam qualquer análise mais larga que escape ao barulho produzido pelo adversário acuado e temeroso. A conjuntura nos leva a acreditar nas bravatas e nos faz esquecer de que quem é mais forte no cenário da política hoje são as forças nacionais democráticas que modelaram o Brasil contemporâneo.

domingo, 28 de junho de 2015

O tempo político de Dilma está prestes a esgotar

Luís Nassif

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O cenário político que se tem atualmente é o seguinte:

1. Estrangulamento gradativo de todas as ações de governo, ainda que à custa do comprometimento da economia. MPF (Ministério Público Federal) e Lava Jato se empenham em desmontar a cadeia produtiva de petróleo e gás. O TCU (Tribunal de Contas da União) mira suas armas nas hidrelétricas da Amazônia. O Congresso fuzila o ajuste fiscal. O torniquete continuará apertando enquanto o governo não recuperar legitimidade.

2. Polícia Federal e MPF impondo um cerco severo a todas as atividades do PT e de seus candidatos e o TCU ameaçando rejeitar as contas de Dilma. Esse cerco continuará aumentando.

3. Ampliação da recessão e do desemprego, agravados pela política monetária do Banco Central. Não há sinais de arrefecimento no horizonte. Vai piorar muito, antes de melhorar.

4. Incapacidade da presidente de articular um conjunto mínimo de propostas que se assemelhe a um programa de governo, de recriar algum sonho na opinião pública.




sexta-feira, 5 de junho de 2015

Como a fórmula Levy-Tombini-Rousseff não resolve

Luís Nassif
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O jogo econômico é muito mais simples e objetivo do que supõe os livros e as teorias econômicas.

Na academia e na imprensa há uma disputa entre linhas econômicas que obedecem muito mais a conceitos ideológicos, disputas de espaço, conquista de reputação, do que à análise objetiva dos fatos econômicos.

É o que ocorre com essa tentativa de caracterizar os erros recentes de política econômica como inerentes ao que chamam de “nova matriz econômica”.




sexta-feira, 29 de maio de 2015

O pós-choque fiscal e a falta de reação de Dilma

Luis Nassif
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O cenário econômico para os próximos meses continua desafiador.

Segundo pesquisa IBOPE divulgada ontem, as expectativas negativas dos consumidores bateram no ponto mais baixo, em níveis similares aos do pré-real. Tinha-se na época a inflação como o grande inimigo e a bala de prata na agulha: o próprio Plano Real.

Agora o inimigo é a recessão. O consumidor ainda não sentiu os efeitos maiores desse vórtice. E não se vê à vista nem bala de prata nem de latão.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

As tolices a respeito do Bolsa Família

Luís Nassif
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Do filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca, liberal, ouvi a máxima de que os juros são altos porque o brasileiro entrou na voracidade do consumo e não sabe poupar, preferindo se endividar sem olhar a taxa paga.



De um economista de direita, em um Congresso Internacional de Direitos Humanos em Belém, as críticas acerbas quanto ao fato do pobre gastar dinheiro atrás de quinquilharias da classe média.

De Frei Betto, de esquerda, que o grande erro do governo foi ter proporcionado bens materiais e não espirituais aos pobres.

De O Globo, sempre atento às invasões bolivarianas, ao fantasma de Che, e ao supremo risco dos irmãos Castro invadirem o Brasil, o endosso às teses de Frei Betto.


domingo, 10 de maio de 2015