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quinta-feira, 29 de julho de 2010

A gente vai aprendendo

Amarildo, sempre genial, percebeu um padrão no comportamento de todos os candidatos, de acordo com sua posição nas pesquisas eleitorais.



Eu fico pensando aqui com minha própria pessoa: definitivamente isso explica muita coisa.

Tenho fé que com o tempo a gente vai aprendendo cada vez mais.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vai Começar

Não se pode ter nada pessoal contra o time do Santos: o Santos de Pelé, o Santos que é, e será sempre, uma página das mais belas do Futebol Brasileiro.

Tampouco se pode negar que o time da Vila Belmiro é o grande favorito: qualquer bolsa de apostas pagaria 1 para 1.

Mas, ainda assim, hoje começa a decisão da Copa do Brasil. Apesar de não sermos favoritos, estamos na Luta. Havemos de ser guerreiros.

É mais uma chance de ver o Vitória vencer um torneio nacional.

Com todo respeito ao Peixe, e aos fabulosos meninos da Vila, eu sou mais Vitória.

domingo, 25 de julho de 2010

Bom Garoto

Não é novidade o jogo de equipe na Fórmula 1. Daí que não se pode considerar uma surpresa o que a equipe Ferrari pediu a Felipe Massa que fizesse neste GP da Alemanha. E não é incomum as equipes definirem claramente um primeiro e um segundo pilotos. Pelo contrário: incomum é isso não acontecer. Como em 1988, quando Ayrton Senna vai para a Mclarem e começa a enfrentar Alain Prost, primeiro piloto, bi-campeão e com então 4 anos no time, sem que houvesse resistência do staff.

Acontecia, porém, que Ayrton tinha as costas quentes, já que era o escolhido da Honda, a poderosa fornecedora de motores. Era efetivamente um grande apoio dentro da equipe. De mais a mais, a superioridade técnica ímpar daquele carro, que venceu 15 das 16 corridas no ano, era suficiente para que se deixassem os pilotos brigar sem sustos.

Porque normalmente não acaba bem para as equipes quando seus pilotos se engalfinham durante a temporada. Historicamente há exceções, que apenas confirmam a regra. Basta ver que, das poucas vezes em que o melhor carro não venceu o campeonato mundial, em quase todas as ocasiões isso se deveu à disputa fraticida entre colegas de equipe. Exemplos não faltam: Fittipaldi e Petterson conseguiram fazer a Lotus não vencer o campeonato de 1973, perdendo para Jackie Stewart. Jones e Reutemann conseguiram perder, com a Williams, o título para Nélson Piquet em 1981. A mesma Williams, aliás, repetiria a proeza, deixando Piquet e Mansell se engalfinhar e assistindo Alain Prost desfilar sua competência rumo ao título em 1986. E a Mclarem viu Alonso e Hamilton destruírem um as chances do outro, e Kimi Raikkonen comemorar o campeonato de 2007.

Definitivamente, deixar os pilotos de um mesmo time disputarem entre si é muito arriscado. É mais seguro estabelecer um primeiro piloto. Como fez a Tyrrel com Stewart em 1973, a Brabham com Piquet em 1981, a Mclarem com Prost em 1986, a Ferrari com Raikkonen em 2007. Venceram o campeonato mesmo sem ter um equipamento à altura, aproveitando-se das disputas internas dos adversários.

E casos mais extremos de superioridade por anos a fio, como Ayrton Senna, que sempre foi o principal do time, enquanto a Berger só restavam migalhas. Idem para o caso de Rubens Barichello na Ferrari, quando ali havia Schumacher.

É importante observar que são casos de sucesso. Portanto, não dá para acreditar que é ruim haver um primeiro e um segundo piloto. É preciso entender isso como uma solução inteligente e segura. O que machuca às vezes é quando o segundo piloto é o nosso preferido: Barrichello, Massa. Lembro bem que não havia, aqui no Brasil, tanta gente assim gritando na época em que Gerard Berger era o capacho de Ayrton Senna, ou quando Piquet tinha Hector Rebaque e Ricardo Patrese como segundos pilotos.

Entretanto, há limites esportivos para isso. Quando um piloto recebe menos atenção, ou recebe as atualizações de equipamento com mais atraso, ou tem sua estratégia montada em função do colega de equipe, aí ele está sendo segundo piloto. Precisa se conformar com isso, e precisa fazer jogo de equipe também, como Patrese fez para Piquet em Kyalami/1983, Berger fez para Senna em Suzuka/1991, Massa fez para Raikonnen em Interlagos/2007.

Mas não se pode, esportivamente, admitir que, sem um motivo forte, como a iminente conquista de um campeonato mundial, ainda seja necessária uma ordem de equipe para que o segundo piloto ceda uma posição sem disputa, ele que já está em inferioridade técnica e estratégica. Estar ali, afinal, é algo que ele conseguiu contra todas as probabilidades.

Assim despreza-se o mérito do Esporte, em que deve vencer o que suplantou os adversários, para se impor o mérito empresarial, em que deve vencer o que for do interesse dos cartolas. É fraude, pura e simplesmente.

É o caso do GP da Alemanha. E não há um único culpado: é importante ressaltar que a Ferrari propôs o lamentável jogo aos seus pilotos, mas estes concordaram.

Nas mesmas condições Webber não cederá para Vettel. Como Hamilton não cedeu para Alonso. Como Senna não cedeu para Prost. Administrar isso é responsabilidade da equipe. Nãp dos pilotos. Estes buscam apenas vencer.

E aqui especificamente cabe esclarecer que Felipe Massa também não agiu esportivamente. Porque um esportista precisa atuar eticamente, sem infringir regras, mas também precisa fazer todo o esforço possível para alcançar a vitória. Ou isso ou não merece ser tratado como um verdadeiro Esportista. Rubens não foi antes, Felipe não é hoje.

Não há justificativa para essa submissão: nem o favorecimento à equipe, nem a cláusula contratual, nem o medo de perder o emprego.

A única recompensa que se faz digno dela o piloto que se permite ser usado assim foi exatamente o que Felipe Massa ouviu, via rádio, de sua equipe, no melancólico final da corrida: “Bom Garoto”.

Como ouve, de seu dono, o feliz cachorrinho que se comporta bem.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Gênio gosta de Rir

Que Valentino Rossi é um gênio das pistas todo mundo sabe. Talvez o melhor piloto de motos de todos os tempos.

O que pouca gente sabe é que o genial italiano é, também, daqueles que não perdem uma piada. Como não costuma perder corridas também.

Um dia apareceu nos treinos com esse capacete aí. Original, bonito e o melhor: extremamente bem humorado.



Os patrocinadores, temendo que a alegre imagem chamasse mais atenção do que seus anúncios, não gostaram do casco. E Valentino não o usou mais.

O que é uma grande pena, já que falta um tanto dessa irreverência nesse mundo cada vez mais sisudo e empresarial dos esportes a motor.

Seria bom se tivéssemos mais Valentinos por aí. Os pilotos hoje quase se esquecem de que são esportistas, não instrumentos de marketing.

E se é para ser um outdoor ambulante de luxo, que seja rindo.

E fazendo rir.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Com Luva de Pelica

Educação, respeito e polidez. Um tapa com luva de pelica contra essa nossa imprensa que se apressa em referir os presidentes vizinhos com adjetivos chulos, mas misteriosamente isso ocorre apenas quando eles orientam seus governos à esquerda.

Fico me perguntando porque não faziam nada parecido quando dos desmandos de mandatários, hoje defenestrados, tais como Menem e Fujimori.

A carta do embaixador da Venezuela ao Estadão

"A O Estado de S.Paulo

Sr. Ruy Mesquita — diretor de Opinião

Sr. Antonio Carlos Pereira — editor responsável de Opinião

Sr. Ricardo Gandour — editor de Conteúdo

Senhores,

É com grande preocupação e mal-estar que a República Bolivariana da Venezuela, por meio de seu Embaixador no Brasil, dirige-se a esse jornal, de reconhecidas qualidade e tradição entre os veículos da imprensa brasileira. E a razão não é outra senão nossa surpresa e indignação com os termos e o tom de que sua edição de hoje (20/07/10) lança mão para atacar o presidente de um país com o qual o Brasil e os brasileiros mantêm relações do mais alto nível e qualidade.

O respeito à plena liberdade de imprensa e de expressão é cláusula pétrea de nossa Constituição e valor orientador do governo de nosso país. A estas diretrizes, no entanto, cremos que devam sempre estar associadas a lhaneza na referência a autoridades constituídas ­– democraticamente eleitas — e a plena divulgação de todos os fatos associados a uma cobertura jornalística.

Cremos descabido que um jornal como “O Estado de S.Paulo” se refira ao presidente Hugo Chávez, eleito e reeleito pelo voto livre da maioria dos venezuelanos, com o uso de termos e expressões como ”lúgubre circo de Chávez”, “autocrata”, “protoditador”, “circo chavista”, “caudilho”, “lúgubre picadeiro”, “costumeira ferocidade”, “rugiu”, “toque verdadeiramente circense da ofensiva chavista – no gênero grand guignol”.

Mais graves ainda são a distorção e ocultação de informações que maculam os textos hoje publicados.

O presidente Hugo Chávez nunca “atropelou” a Constituição Bolivariana, instituída por Assembleia Nacional e referendada em plebiscito. Ao contrário, submeteu-se, inclusive, a referendo revogatório de seu próprio mandato, prática democrática avançada que pouquíssimos países do mundo têm o orgulho de praticar.

O editorial omite que o cardeal Jorge Savino já foi convocado pela Assembleia Nacional para apresentar provas de sua campanha difamatória frente aos deputados — também democraticamente eleitos –, mas o mesmo rechaçou a convocação. Prefere manter suas acusações deletérias a apresentar aos venezuelanos e à opinião pública internacional os fatos que lastreariam suas seguidas diatribes.

Outros trechos do texto só podem ser lidos como clara campanha de acobertamento de um terrorista, como o é, comprovadamente, Alejandro Peña Esclusa: “O advogado de Esclusa assegura que o material foi plantado pelos policiais que invadiram a casa de seu cliente –- considerando o retrospecto, uma acusação mais do que plausível” (grifo nosso)

Esclusa foi preso em sua residência em posse de explosivos, detonadores e munição, após ter sido denunciado, em depoimento à polícia, pelo terrorista confesso Francisco Chávez Abarca –- este criminoso, classificado com o alerta vermelho da Interpol, foi preso em solo venezuelano quando dirigia operação de terror, visando desestabilizar o processo eleitoral de setembro deste ano.

A prisão de Esclusa ocorreu de forma pacífica, com colaboração de sua família, e segue os ritos jurídicos normais: ele tem advogado constituído, direito a ampla defesa e será julgado culpado ou inocente de acordo com o entendimento da Justiça, poder independente de influência governamental ou partidária, assim como no Brasil.

Inadmissível seria o governo da Venezuela ter permitido que um terrorista ceifasse vidas e pusesse em risco a democracia, que nos esforçamos arduamente para defender, ampliar e aprimorar em nosso país, assim como o fazem, no Brasil, os brasileiros.

O “Estado de S.Paulo” tem pleno conhecimento desses fatos, tendo inclusive recebido, em 14/07/10 a Nota de Esclarecimento desta Embaixada, a respeito do desbaratamento da operação terrorista internacional que estava em curso (cópia anexa). O responsável pela editoria Internacional, Roberto Lameirinhas, inclusive confirmou seu recebimento à nossa assessoria de comunicação.

Daí manifestarmos nossa estranheza com a reiterada negativa do jornal em dar tais informações a seus leitores. E ainda tomando como verdade declarações do advogado do referido terrorista.

Temos certeza que os senhores não desconhecem, até pela história recente do Brasil, o quão frágil pode ser a liberdade diante do autoritarismo tirano da intolerância e do uso do terror como método de ação política.

Reafirmamos que não nos cabe emitir qualquer juízo de valor sobre as opiniões político-ideológicas do jornal dirigido por V. Sas., por mais que delas discordemos. O que nos leva a enviar-lhes esta correspondência é, tão somente, a solicitação de que se mantenha a veracidade jornalística e o respeito que se deve sempre às pessoas, sejam ou não autoridades constituídas, mesmo quando o jornal as considere, de moto próprio, como seus inimigos ou desafetos.

Esta Embaixada permanece à disposição do jornal e de seus leitores, para esclarecimentos adicionais sobre quaisquer dos assuntos supracitados, bem como de novos temas julgados pertinentes e reivindica, formalmente, a publicação da presente carta, com o mesmo destaque dado ao editorial de hoje, intitulado “O lúgubre circo de Chávez”, publicado à página A3.

Atenciosamente,

Maximilien Arvelaiz

Embaixador da República Bolivariana da Venezuela no Brasil

Brasília, DF
"

Max

Em 2004/2005 tive o prazer de trabalhar com ele no embrião de um ambicioso projeto ambiental do interesse do Governo do Estado da Bahia.

Aprendi um bocado com o Mestre.

Não só sobre Ciência, Universidade, UESC, Ilhéus, Região Cacaueira.

Sobre rir. Disso tudo e de muito mais. Rir de mim, rir dos cadáveres dos Artrópodes expostos macabramente em um mural de sua sala, rir de si mesmo.

Max de Menezes deixará um grande vazio na academia. E outro ainda maior em nossos corações.

Vai em paz, meu caro.

sábado, 17 de julho de 2010

Fim da Polêmica

A construção que o empresário Sr. Guilherme Leal está fazendo ao norte da cidade de Ilhéus não infringe nenhuma lei ambiental.

Quem garante isso é o próprio IBAMA, em nota divulgada, que foi publicada pela Folha de São Paulo (leiam aqui).

Isso põe fim às especulações a respeito. Ainda lamento o fato de a escolha do empresário ser por uma residência, e não um empreendimento que alavanque de alguma forma o desenvolvimento econômico e social. Também acho que certas decisões do projeto, como por exemplo trazer grama japonesa e mudas de árvores de São Paulo, são muito estranhas.

Mas frise-se: não há mais motivos para acreditar que o Sr. Guilherme Leal esteja agindo de forma ilícita.

Quem garante é o IBAMA, principal autoridade legalmente constituída no Brasil a esse respeito.

Não vejo muito sentido em manter qualquer polêmica.

Decida-se Felipão

Para mim é o melhor técnico brasileiro. Já tenho essa opinião desde antes, muito antes, da copa de 2002.

Mas essa indecisão dele - se é que existe - já está dando nos nervos. Palmeiras ou Seleção?

Enquanto isso o engraçadíssimo blog Felldesign tem sua versão dos fatos. Uma homenagem bem engraçada a dois grandes mestres do Esporte Bretão: Felipão e Paul, o polvo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O Negócio Google

Nos séculos XX e XXI (este ainda um embrião), uma avalanche de evoluções tecnológicas permitiu e forçou sucessivas mudanças nos paradigmas dos negócios neste mundo Capitalista.

A estrutura produtiva foi alvo de revoluções com Ford e Taylor, e depois com o “toyotismo”. A tecnologia dos transportes e das telecomunicações permitiu que as pessoas estivessem em vários lugares num intervalo muito pequeno de tempo, e que os fatos, as notícias e as inovações fossem conhecidas quase que instantaneamente.

Foram tantas as mudanças de paradigma que já há os que argumentem que o paradigma definitivo é esse: ausência de paradigmas.

Encontrou-se valor para um novo bem: Informação. E em seguida para o Conhecimento, já que, com a Internet e com o Google, a informação em si não é mais privilégio de ninguém.

E esse pessoal que, inspirado num número igual a 1 seguido de 100 zeros, batizado de “googol” pelo matemático Milton Sirotta (Google também é um monstro de história infantil), bolou uma empresa que oferecia um serviço gratuito: busca por informação.

De lá para cá o negócio vem crescendo rapidamente, e novas e impressionantes funcionalidades vão sendo agregadas ao Google original, como as buscas por imagens, ferramentas de idiomas, o Google Maps, o Google Earth, o GMail, o YouTube, etc.

Virtualmente os internautas estamos todos satisfeitos em sermos clientes dessa corporação que revolucionou o planeta. Certo?

Errado.

Não discutirei se estamos satisfeitos com o Google. Eu estou, e acho que 99% das pessoas que o usam está também. Eles promoveram uma verdadeira Democratização da Informação, universalizando o acesso como jamais antes. Em minha modesta opinião, apenas os adventos da escrita e da imprensa superam o feito “googliano”.

O ponto é outro: por incrível que possa parecer, nós na verdade não somos clientes do Google.

Mais ainda: provavelmente nós, os internautas, estamos mais próximos de sermos o Produto que o Google vende.

Vamos examinar o “Negócio Google” mais atentamente: quando fazemos uma consulta, o resultado vem quase que instantaneamente encher as páginas de nosso navegador. Mas a ordem que os endereços aparecem não é aleatória. O Google “vende” cada palavra de busca, de forma que quanto maior for o valor pago por uma palavra, maior será a probabilidade de aparecer entre os primeiros endereços quando aquela palavra for consultada.

Então, o serviço que o Google presta é, na verdade, um serviço de publicidade. Eles vendem nossa atenção, nós que estamos pesquisando, para empresas que querem se mostrar para nós. Em outras palavras, eles vendem a nós, os internautas.

Pode parecer genial, e provavelmente o é. Mas não é nada original essa idéia do pessoal da Google. A Televisão aberta, que oferece programação gratuita para as pessoas, faz algo semelhante. O mesmo se dá com o rádio. A idéia, então, remonta o início do século XX.

A grande sacada do Google foi o direcionamento: pessoas que buscam no Google estão interessadas em um assunto específico. Isso aumenta muito a probabilidade de sucesso de um anúncio.

Por exemplo: uma empresa que quer vender pacotes de férias para Ilhéus pode anunciar no Jornal Nacional, da Rede Globo. E seu anúncio será visto por inúmeras pessoas, algumas das quais efetivamente estarão interessadas em viajar a Ilhéus.

Mas quando o anúncio está associado à palavra “Ilhéus” no Google, a probabilidade de a pessoa que ler se interessar pelo anúncio é muito mais alta. Esta pessoa tem um motivo, algum interesse, que o levou a digitar “Ilhéus” no seu teclado. O anúncio é provavelmente muito mais efetivo.

E isso ficou bastante claro para os especialistas em publicidade, que não tardaram em buscar os serviços do Google como canal de anúncio aos clientes potenciais, pagando por palavras que lhe interessassem.

E assim os milhões de dólares também não tardaram em aparecer nos cofres da outrora pequena empresa fundada por dois estudantes da universidade de Stanford. Aqueles que resolveram oferecer Informação para atrair a atenção das pessoas, e então vender isso para as empresas.

Campus II da Google

segunda-feira, 12 de julho de 2010