Uma personagem, um autor, um texto, uma atriz.
Dirce Migliaccio interpreta Emília, na cena em que ela destrava a língua a falar, após engolir a pílula falante do Doutor Caramujo.
A atuação impecável, mais um texto absolutamente genial que vem da obra de Monteiro Lobato, deram à Atriz a chance de exibir um talento fora do comum, formando uma das cenas antológicas da história da televisão do Brasil.
Notícias e Reflexões sobre Ilhéus, Automobilismo, Computação e o que mais for de noticiar ou de refletir
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A importância do Marco Civil da Internet
Luis Nassif
Original aqui.
Nos últimos anos, uma nova lei – a Lei
do Cabo – permitiu aos canais de TV a cabo descontar parte do imposto de
renda no financiamento de produções nacionais – com obrigatoriedade de
passar um pequeno número de horas/mês no horário nobre.
Bastou para que começasse a florescer por todo o país uma nova indústria de audiovisual.
domingo, 29 de setembro de 2013
Homossexualidade na TV: novos tempos
Homossexualidade na TV brasileira: liberação ou reprodução de preconceitos?
Original aqui.
O tema da homossexualidade, ou do homoerotismo, ou da homoafetividade, como preferem alguns, é praticamente sinônimo de polêmica em se tratando de Brasil, um país de ampla maioria cristã. Portanto, com uma população pouco simpática às relações sexuais fora dos padrões chamados heteronormativos, baseados nas relações homem versus mulher, no casamento e no sexo para procriação. Nos últimos anos, devido à presença cada vez maior do tema na televisão e na internet, principalmente, a polêmica parece ter crescido. E, para completar, a recente eleição de um pastor evangélico para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, acusado de homofobia e racismo, bem como as declarações do papa Francisco sobre os gays durante a Jornada Mundial da Juventude, realizada no Brasil — "quem sou eu para julgar os gays” —, acirraram os ânimos do povo, criando uma verdadeira divisão entre militantes contrários e prós homossexualidade.
![]() |
| Personagem homossexual sem idealizações |
terça-feira, 10 de setembro de 2013
O Fim de uma Era?
O Brasil e a Fórmula 1 se casaram em 1969.
O matrimônio aconteceu com o debut de um rapaz narigudo de nome italiano, mas apelidado de Rato, que guiava para a famosa equipe Lotus, de Colin Chapman.
A Lua de Mel se deu no ano seguinte, com a primeira vitória de Emerson Fittipaldi em Watkins Glen, e o primeiro filho nasceria dois anos depois, em 1972, quando o carro preto e dourado venceria o campeonato mundial nas mãos do Rato.
A partir daí as núpcias se tornaram um sólido matrimônio. Em 1974 a Mclarem e Émerson pariram o segundo filho, e a fecundidade enfrentou uma ligeira pausa até 1981. Naquele ano Nelson Piquet e a Brabham deram ao casamento, o terceiro de seus oito rebentos. O mesmo Piquet e a mesma Brabham trouxeram o quarto filho em 1983 e, já na Williams, o quinto, em 1987.
Aí veio a era Senna, com sua Mclarem, e os três filhos caçulas nasciam em 1988, 1990 e 1991.
O matrimônio viveu seus melhores dias. A partir daí a fertilidade declinou. Rubens Barrichello e Felipe Massa chegaram perto, mas esses filhos acabaram não vingando. O de Massa por uma curva; algo como perder um filho aos oito meses e meio de gravidez.
Mas parece que o casamento chegou ao fim. Felipe Massa anunciou no Instagram que não correrá pela Ferrari ano que vem. E, dados seus desempenhos nas últimas temporadas, dificilmente encontrará uma vaga competitiva para ocupar. Como ele mesmo já disse que não deseja correr para meramente completar o grid, é de se esperar vê-lo longe da Fórmula 1.
E, provavelmente, nenhum brasileiro restará lá.
O matrimônio aconteceu com o debut de um rapaz narigudo de nome italiano, mas apelidado de Rato, que guiava para a famosa equipe Lotus, de Colin Chapman.
A Lua de Mel se deu no ano seguinte, com a primeira vitória de Emerson Fittipaldi em Watkins Glen, e o primeiro filho nasceria dois anos depois, em 1972, quando o carro preto e dourado venceria o campeonato mundial nas mãos do Rato.
A partir daí as núpcias se tornaram um sólido matrimônio. Em 1974 a Mclarem e Émerson pariram o segundo filho, e a fecundidade enfrentou uma ligeira pausa até 1981. Naquele ano Nelson Piquet e a Brabham deram ao casamento, o terceiro de seus oito rebentos. O mesmo Piquet e a mesma Brabham trouxeram o quarto filho em 1983 e, já na Williams, o quinto, em 1987.
Aí veio a era Senna, com sua Mclarem, e os três filhos caçulas nasciam em 1988, 1990 e 1991.
O matrimônio viveu seus melhores dias. A partir daí a fertilidade declinou. Rubens Barrichello e Felipe Massa chegaram perto, mas esses filhos acabaram não vingando. O de Massa por uma curva; algo como perder um filho aos oito meses e meio de gravidez.
Mas parece que o casamento chegou ao fim. Felipe Massa anunciou no Instagram que não correrá pela Ferrari ano que vem. E, dados seus desempenhos nas últimas temporadas, dificilmente encontrará uma vaga competitiva para ocupar. Como ele mesmo já disse que não deseja correr para meramente completar o grid, é de se esperar vê-lo longe da Fórmula 1.
| Anúncio de Felipe Massa: "Não vou mais correr pela Ferrari em 2014" |
E, provavelmente, nenhum brasileiro restará lá.
domingo, 8 de setembro de 2013
Dinner for One
O humor inglês se destaca pela acidez e pela criatividade, antes de tudo. Pessoalmente, penso que são os melhores do planeta, embora existam tantos talentos em tantos lugares.
Esta pequena esquete eu conheci há pouco tempo, por incrível que pareça. Tratava-se de uma falta minha, já que é uma das peças clássicas do humor em todo o planeta.
Produção Anglo Germânica, com atuações brilhantes de Freddie Frinton, no papel do mordomo James, e May Warden, como Miss Sophie.
Ver e rir muito.
Esta pequena esquete eu conheci há pouco tempo, por incrível que pareça. Tratava-se de uma falta minha, já que é uma das peças clássicas do humor em todo o planeta.
Produção Anglo Germânica, com atuações brilhantes de Freddie Frinton, no papel do mordomo James, e May Warden, como Miss Sophie.
Ver e rir muito.
domingo, 26 de maio de 2013
Exército Fantasma
Uma das histórias mais impressionantes da segunda guerra mundial dá conta de americanos que, sem recursos, sem armamentos e sem soldados, usaram e abusaram de arte.
Em meados de 1944, já próximo do fim da guerra, dois franceses relataram que, desavisados, entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA.
O que seria apenas um incidente entre aliados, ganha contornos dramáticos quando os franceses vêem, sem acreditar, um tanque de guerra sendo carregado por quatro norte-americanos.
"Os americanos são muito fortes", responde um dos soldados.
Em meados de 1944, já próximo do fim da guerra, dois franceses relataram que, desavisados, entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA.
O que seria apenas um incidente entre aliados, ganha contornos dramáticos quando os franceses vêem, sem acreditar, um tanque de guerra sendo carregado por quatro norte-americanos.
"Os americanos são muito fortes", responde um dos soldados.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Nicole, Thomas e a Jurisdição das saias
Pelo que tenho ouvido e
lido por aí, parece que Gerald Thomas do Pânico, andou colocando a
mão debaixo do vestido da atriz Nicole Bahls. De maneira pouco comovente ela
responde: "ele é gay, ele pode".
![]() |
| Geraldo Thomas e Nicole Bahls: a jurisdição da saia |
A frase da Atriz
repercutiu na imprensa e nas redes sociais como um embaraçoso
exemplo da recentemente batizada "ditadura gay".
Ora. Pelo pouco que
entendo das mulheres e suas saias, parece-me razoável que Nicole Bahls tenha toda
a liberdade para definir os critérios que outorgam a alguém o
direito de estar debaixo de seu próprio vestido.
Questão de
jurisdição.
Mas daí a se concluir
que se pretende ser esse um direito extensivo a todos os gays e todas
as saias é, no mínimo, muita ingenuidade. Ou exatamente o
contrário: a malícia de se gerar um fato com algum teor político onde há
apenas um programa humorístico de qualidade duvidosa.
terça-feira, 19 de março de 2013
30 anos do Tema
O tema da Vitória, composição de Eduarto Souto Neto, acaba de completar 30 anos.
Abaixo cenas da primeira vez em que a Rede Globo o exibiu: Grande Prêmio do Brasil de 1983. Vitória de Nélson Piquet. Eu me lembro da corrida, mas confesso que não me lembro do tema ter sido tocado.
Legal para relembrar, ou para apreciar, caso não se tenha vivido aqueles tempos.
Uma curiosidade: Alain Prost já foi agraciado duas vezes com o tema da Vitória. É que ele tocava para os vencedores do GP do Brasil, e Alain venceu em 1984 e 1985.
Abaixo cenas da primeira vez em que a Rede Globo o exibiu: Grande Prêmio do Brasil de 1983. Vitória de Nélson Piquet. Eu me lembro da corrida, mas confesso que não me lembro do tema ter sido tocado.
Legal para relembrar, ou para apreciar, caso não se tenha vivido aqueles tempos.
Uma curiosidade: Alain Prost já foi agraciado duas vezes com o tema da Vitória. É que ele tocava para os vencedores do GP do Brasil, e Alain venceu em 1984 e 1985.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O direito de resposta de Brizola no Jornal Nacional
Original aqui.
O direito de resposta mais célebre da história do jornalismo nacional
Fez 15 anos, praticamente incógnito, o direito de resposta mais célebre da história do jornalismo brasileiro: em 15 de março de 1994, visivelmente constrangido, Cid Moreira (que por 27 anos esteve à frente da bancada do Jornal Nacional) leu texto de 440 palavras que a Justiça obrigou a TV Globo a divulgar em seu telejornal mais nobre.
Foram cerca de três minutos nos quais Cid, a cara do JN, incorporou Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, que atacou duramente a emissora.
A ação de direito de resposta, obra do advogado Arthur Lavigne, foi inédita e abriu caminho para que os cidadãos buscassem amparo legal contra barbaridades cometidas pela imprensa _neste caso específico, num editorial, Roberto Marinho, o dono das Organizações Globo, havia chamado Brizola de “senil”.
Leia, abaixo, a íntegra do texto.
O direito de resposta mais célebre da história do jornalismo nacional
Fez 15 anos, praticamente incógnito, o direito de resposta mais célebre da história do jornalismo brasileiro: em 15 de março de 1994, visivelmente constrangido, Cid Moreira (que por 27 anos esteve à frente da bancada do Jornal Nacional) leu texto de 440 palavras que a Justiça obrigou a TV Globo a divulgar em seu telejornal mais nobre.
Foram cerca de três minutos nos quais Cid, a cara do JN, incorporou Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, que atacou duramente a emissora.
A ação de direito de resposta, obra do advogado Arthur Lavigne, foi inédita e abriu caminho para que os cidadãos buscassem amparo legal contra barbaridades cometidas pela imprensa _neste caso específico, num editorial, Roberto Marinho, o dono das Organizações Globo, havia chamado Brizola de “senil”.
Leia, abaixo, a íntegra do texto.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Série Aberturas: Mcgyver
Em português foi lançada com o nome "Profissão: Perigo".
A série mostrava as aventuras de um agente secreto, Angus MacGyver, que resolvia uma infinidade de problemas, muitos deles envolvendo vilões perigosos, ameças naturais ou tragédias iminentes. Tudo resolvido graças a conhecimentos científicos e de engenharia, materiais comuns e seus dois principais apetrechos: um canivete suíço e um rolo de fita adesiva.
A abertura dava uma sequência das habilidades "Macgyverianas", com a música que põe o expectador no mesmo ritmo da série: imaginação e criatividade. Ciência e engenharia. Aventura e bom humor.
A série mostrava as aventuras de um agente secreto, Angus MacGyver, que resolvia uma infinidade de problemas, muitos deles envolvendo vilões perigosos, ameças naturais ou tragédias iminentes. Tudo resolvido graças a conhecimentos científicos e de engenharia, materiais comuns e seus dois principais apetrechos: um canivete suíço e um rolo de fita adesiva.
A abertura dava uma sequência das habilidades "Macgyverianas", com a música que põe o expectador no mesmo ritmo da série: imaginação e criatividade. Ciência e engenharia. Aventura e bom humor.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Morte e Vida Severina - Animação
A obra de João Cabral de Melo Neto é uma daquelas para se ver e rever várias vezes, em idades diferentes, em momentos diferentes. A cada ocasião, uma leitura própria.
Agora a TV Escola põe esta obra em forma de animação. O traço (influência inegável de Portinari), as imagens em preto e branco, as dublagens e os efeitos sonoros, todos simples e diretos, completam o cenário. Tão fiel, tão cruel.
Severino.
Agora a TV Escola põe esta obra em forma de animação. O traço (influência inegável de Portinari), as imagens em preto e branco, as dublagens e os efeitos sonoros, todos simples e diretos, completam o cenário. Tão fiel, tão cruel.
Severino.
domingo, 23 de setembro de 2012
Metáfora
Schroeder e Lucy, personagens de Charles Schulz (e do famoso desenho Snoopy), protagonizam uma cena que é verdadeiramente a metáfora dos dias de hoje: que pode fazer o artista (Schroeder) frente às facilidades do mundo tecnológico?
De que vale a dedicação extrema á música quando Beethoven pode ser comprado facilmente, em spray?
sábado, 15 de setembro de 2012
Que inventamos?
Mais um comercial marcante. Este eu não conhecia.
A Lambretta!
Comercial maravilhoso: nota dez em criatividade e alegria.
Genialitá!
Impossível resistir à Lambretta e ao Lambretwist!
A Lambretta!
Comercial maravilhoso: nota dez em criatividade e alegria.
Genialitá!
Impossível resistir à Lambretta e ao Lambretwist!
sábado, 28 de julho de 2012
Mr. Bean na abertura dos jogos
Mr. Bean é, sem dúvidas, um dos personagens mais geniais do humor. Tipicamente britânico, Bean faz rir não pelo pastelão, tampouco pelo humor erudito. O que torna aquele pequeno trapalhão criado e interpretado por Rowan Atkinson tão engraçado é que ele é muito parecido com qualquer um de nós.
As encrencas em que se mete, e as soluções criativas que lhe ocorre nestes casos, são uma caricatura do dia-a-dia de um cidadão comum. Até mesmo as picuinhas e as implicâncias, bem como suas atitudes nem sempre aprováveis, na verdade habitam dentro de cada um de nós.
Bean deixa estes desejos aflorarem, e nós nos vemos ali, meio despidos. Por isso é engraçado. Por isso é genial.
Por isso foi o ponto alto da abertura dos jogos olímpicos de Londres 2012.
As encrencas em que se mete, e as soluções criativas que lhe ocorre nestes casos, são uma caricatura do dia-a-dia de um cidadão comum. Até mesmo as picuinhas e as implicâncias, bem como suas atitudes nem sempre aprováveis, na verdade habitam dentro de cada um de nós.
Bean deixa estes desejos aflorarem, e nós nos vemos ali, meio despidos. Por isso é engraçado. Por isso é genial.
Por isso foi o ponto alto da abertura dos jogos olímpicos de Londres 2012.
domingo, 27 de maio de 2012
MTV - Comédia: Indiretas Já
Uma paródia inteligente e engraçada da música Roda Viva, descobrindo um pouco a verdadeira "cara" da Rede Globo.
"Anãozinho, bunda gigante
Tem dançarina, competição
"Anãozinho, bunda gigante
Tem dançarina, competição
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Cofap
Propagandas que não esqueço.
O salsichinha (na verdade a raça é chamada de Dachshund ou Teckel) era a raça de vários cachorrinhos que tive em minha infância e adolescência, e mais recentemente também. A propaganda por si só já seria uma graça; para mim tem valor sentimental.
Amortecedores Turbogás Cofap
O salsichinha (na verdade a raça é chamada de Dachshund ou Teckel) era a raça de vários cachorrinhos que tive em minha infância e adolescência, e mais recentemente também. A propaganda por si só já seria uma graça; para mim tem valor sentimental.
Amortecedores Turbogás Cofap
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Pinheirinho e a Globo
Esta eu peguei no Blog de Nassif (aqui). Discute-se um flagrante de um momento extremamente infeliz de uma jornalista que, muito mais preocupada em seguir a pauta editorial da emissora onde trabalha, acaba metendo os pés pelas mãos e salpicando uma mancha em sua própria biografia profissional.
Mônica Walvogel poderia passar sem essa. Mas insistiu em tentar conduzir a entrevista, e distorcer as opiniões dos seus convidados. Acabou ficando flagrantemente constrangedor.
Mônica Waldvogel põe jornalismo 'entre aspas'
Por Weden
Mônica Waldvogel passou por um dos momentos mais constrangedores na história da GoboNews. Pautada para defender as ações da PM paulista, da Prefeitura de São José dos Campos e do Governo Alckimin no caso do massacre de Pinheirinho, por várias vezes, ela passou por cima dos entrevistados e tentou impor o ponto de vista da casa.
Mônica Walvogel poderia passar sem essa. Mas insistiu em tentar conduzir a entrevista, e distorcer as opiniões dos seus convidados. Acabou ficando flagrantemente constrangedor.
Mônica Waldvogel põe jornalismo 'entre aspas'
Por Weden
Mônica Waldvogel passou por um dos momentos mais constrangedores na história da GoboNews. Pautada para defender as ações da PM paulista, da Prefeitura de São José dos Campos e do Governo Alckimin no caso do massacre de Pinheirinho, por várias vezes, ela passou por cima dos entrevistados e tentou impor o ponto de vista da casa.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Outra propaganda
Esta eu recebi do prof. Francisco Bruno, via Facebook. Não gosto muito de cerveja tipo Lager, mas até tomaria uma Heineken gelada depois de assistir a isto.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Propaganda Inteligente
Mais uma propaganda inteligente. Preciso mesmo criar uma série a respeito de anúncios publicitários aqui neste blog.
Será que nós, seres humanos, trazemos mesmo a semente atávica do egoísmo e da competição?
Ou é a da solidariedade?
Será que nós, seres humanos, trazemos mesmo a semente atávica do egoísmo e da competição?
Ou é a da solidariedade?
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