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domingo, 8 de janeiro de 2012

Final Feliz

Se todos os casos de abuso de som alto nestas terras do sem fim contassem o final feliz relatado abaixo. Que bom seria. Mas por ora permanece a campanha.

Meu ouvido não é Penico!



"
A todos os que, solidários, me ajudaram meus agradecimentos.
O Resultado:

domingo, 31 de julho de 2011

O Começo do Fim?

Logo que vim morar em Ilhéus, te conheci, pracinha da URBIS. Na época, confesso, não gostei nada de ti. É que teu aspecto era terrível: um matagal sem nenhum cuidado, onde as pessoas inescrupulosamente depositavam a pior parte de sua fisiologia, espalhando um odor insuportável.

Também notei que tu andavas sempre muito mal acompanhada, e próximo de ti, até usando de tua proteção, se notava criminosos de toda sorte. Você testemunhou, calada, tanta coisa: tráfico, prostituição, assaltos. Quase diariamente. Sempre impunemente.

Não era agradável tua companhia.Tampouco era a dos que sempre apareciam junto a ti.

Anos depois, já em 2009, te reencontrei pracinha. Rejuvenescida!

domingo, 17 de julho de 2011

Poluição sonora

Esta eu li no Blog Sarrafo (aqui) e, sem pensar uma vez sequer, já reproduzi neste blog: apoiamos toda e qualquer campanha contra a poluição sonora.



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mais sobre Poluição Sonora

"Rebat Bom Dia
Ao ler essas manifestações, aproveito para esclarecer aos seus leitores que o problema constante de veiculos utilizando som alto não cabe apenas a fiscalização ambiental. É Contravenção Penal prevista no art 42, “perturbação do sossego ou trabalho alheio” portanto deve ser reprimido por qualquer Autoridade ou Agente Policial. O nosso 5º Pelotão da CIPPA – Companhia Independente de Policia Ambiental/ Ilhéus, faz Operações Especificas, denomionada “Patrulha do Silêncio” que é somente para coibir essas ações delituosas, mas em dias, horários e previamente planejados.
Atenciosamente,
Eliezer Santos Ribeiro – 1º Ten PM
Cmt do 5º Pel/CIPPA/PS"

Este comentário acima eu colhi no Site do Rabat (aqui). Está em mais uma postagem a respeito do maior Câncer que atinge a cidade: poluição sonora.

Eu tenho mantido uma campanha a esse respeito aqui neste Blog (clique), com o logotipo abaixo. Som alto, empurrado aos ouvidos de toda uma vizinhança sem a menor consideração pelo próximo, é seguramente uma das coisas mais irritantes que existem. É um flagrante de individualidade, egoísmo e falta de respeito.



segunda-feira, 7 de março de 2011

Carnaval

Na postagem passada eu comentei que uma infecção pelo vírus da Dengue e a ausência de uma conexão Velox atrasara em boa monta as tarefas que costumeiras.

Eu estava comemorando haver superado os dois obstáculos. Mas na verdade apenas um deles, a Dengue, havia sido superado. Ainda estou aguardando a Oi me permitir o direito de usar uma conexão Velox para que eu possa voltar a estabelecer meu ambiente computacional caseiro, e ter minha produtividade acadêmica, profissional e pessoal inteiramente restaurada.

Por ora vamos usando conexões 3G emprestadas de amigos.

Carnaval.

Ao contrário do que muita gente pensa, quando me vê ranzinza com o barulho excessivo e crítico ácido da qualidade da música baiana de hoje, a verdade é que eu gosto muito de Carnaval.

Não gosto de música alta, e acho um absurdo criminoso o abuso de algumas pessoas, que impõem sua excrecência musical aos ouvidos alheios. Bares, automóveis, residências. Meu ouvido não é penico (leiam aqui).

E também ainda acho lamentável a qualidade deplorável que alcança, a cada ano, a música decadente da Bahia (leia aqui).

Mas eu adoro Carnaval. Quase tanto quanto gosto do São João.

Gosto das marchinhas, das fantasias e da inocência (aparente) dos bailes de outrora. Gosto também dos blocos de Trio Elétrico, e de ser folião "pipoca" em Salvador. Imagino como deve ser emocionante curtir as ruas de Olindda. E Ouro Preto, e o Rio de Janeiro (os bailes, os blocos, o Sambódromo), e cada festa pelo Brasil afora.

Folião fanático, frequentei o Carnaval em Salvador por quase uma década seguida, entre 1992 e 2000. Corria atrás dos Trios na Av. 7 de Setembro e na Carlos Gomes, bem como no circuito Barra-Ondina. Bloscos afro, índios, a Mudança do Garcia e os meus preferidos: Filhos de Ghandi.



Mas hoje em dia sou pai de uma Princesa, e com outro rebento prestes a chegar. Conto com muitos anos e muitos quilos a mais do que tinha naquela época (cabelo e paciência de menos).

Meu Carnaval mudou.

Agora ele tem mais tranquilidade, menos barulho, mais descanso, menos agitação, mais lazer, menos viagens, mais música, menos barulho. Não é melhor nem pior. A Alegria e o prazer de curtir a festa permanecem inalteados. Apenas diferentes.

Feliz Carnaval para todos.

domingo, 19 de dezembro de 2010

A praça Castro Alves é do povo...

Mas parece que esta praça, na Urbis, em Ilhéus, não é do povo, não.



Hoje, dia 19 de Dezembro, uma das praças do Hernane Sá, em Ilhéus, está sendo simplesmente apropriada por um cidadão. Não pertence mais à coletividade.



A praça fica no final da avenida principal, em frente ao “Bar do Mineiro”. Ali, como podemos ver nas fotos, o novo “dono” aparentemente já está cercando sua propriedade, para impedir que os demais tenham acesso. A praça agora será apenas dele, e dos que ele permitir que a freqüentem.

Cabem então as perguntas: quem está fazendo isso? Este cidadão teve permissão da prefeitura para tomar posse da praça? Quais suas intenções? Será que presenciaremos mais um flagrante de poluição sonora e desrespeito ao descanso e à paz alheios?

São coisas que eu, sinceramente, não consigo entender. Às vezes parece que a prefeitura de Ilhéus prefere atuar de maneira contrária ao interesse das pessoas da cidade

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Registro

Eu fiz uma denúncia contra o excesso de poluição sonora que é produzido no Bar do Mineiro (leia aqui), e agora tenho que fazer um registro.

Acabei de assistir a uma cena que merece ser relatada: uma viatura da Secretaria Municipal de Meio Ambiente com dois funcionários abordou o Sr. Dono do Bar e solicitou a ele que diminuísse o volume do som.

Então quero registrar isso aqui: quando é de criticar, criticamos. Mas quando é de elogiar, façamos também. Dessa vez o poder público surpreendeu positivamente.

Parabéns à Prefeitura e à SEMA pela ação. Tomara que não seja única nem no tempo (que continuem fiscalizando doravante) nem no espaço (que fiscalizem outras tantas denúncias de abuso por parte de bares na cidade).

Fica o registro pelo bom serviço prestado.

sábado, 4 de setembro de 2010

Bebeto 4013 - um para NÃO se votar

Acho que vou começar uma campanha aqui: denunciar os candidatos em quem eu recomendo fortemente que não votem.

4013 - Bebeto. Não votem nesse cara.



Porque ele não deve ter o menor respeito por ninguém. Pelo menos essa é a conclusão que se pode tirar da ensurdecedora e patética fila de carros de som, com nível estrondoso de ruído, que acabou de desfilar sem a menor consideração pelo repouso, sossego ou mesmo a saúde alheios.

Se enquanto candidato não respeita minimamente os direitos das pessoas, o que esperar dele se eleito?

Eu não voto, e acho que ninguém deveria votar em candidato que polui. E a poluição sonora é, provavelmente, a mais agressiva de todas as formas de poluir uma cidade.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Flagrante de Desrespeito

Já lá se vão alguns minutos desta já segunda-feira, dia 23 de Agosto de 2010. Já sei que hoje vou dormir depois das 2 da manhã. Talvez 3.

Como aconteceu ontem. E anteontem.

Não, não tomem minha boemia tão a sério. Gostaria de ter dormido mais cedo anteontem. Não consegui. Ontem também não. E tampouco conseguirei hoje. Amanhã tenho que trabalhar, e o azar de não ter descansado no final de semana será meu.

E de meus vizinhos.

Normalmente sou uma pessoa paciente. Mas a paciência tem limites. A minha acabou. Agora eu estou denunciando oficialmente o Bar do Mineiro, que fica no Hernane Sá. Vou denunciar isso ao máximo de pessoas possível.

Ele se apropria invariavelmente de uma praça pública todas as sextas, sábados e domingos. E, mui comodamente, estabelece ali seu negócio: um bar.

Então põe música ao vivo. Muito alta. Cada vez mais alta. Até a madrugada. Sempre. Sextas, Sábados e Domingos. Não há descanso no fim de semana.



Houve, junto à Justiça, a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que o obrigava a limitar-se a menos de 70 decibéis a partir das 10 da noite e menos de 60 decibéis a partir da meia-noite.

Mas isso foi respeitado apenas na primeira noite.

De lá para cá a coisa só vai piorando. O som cada vez mais alto, o espaço público cada vez mais tomado, o sossego das pessoas cada vez mais violentado.

Impunemente.

Como a Justiça falhou em se fazer respeitada, já que o TAC é solenemente desprezado pelo senhor dono do bar, resta apenas denunciar no maior número de canais possível.

Bem como lamentar o desrespeito às pessoas e à própria Justiça.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O "Boca" de Novo!

Mais uma vez , e mais uma “festa” do Boca Du Mar incomoda a população da cidade.

Não é novidade que o “Boca Du Mar”, por um motivo que me é absolutamente incompreensível, deixou de ser o melhor restaurante da cidade, e um dos melhores que já conheci – tanto pela sua localização espetacular quanto pela sua cozinha – e se tornou um local de eventos públicos de gosto duvidoso e respeito nenhum pela qualidade de vida da sua vizinhança e pelo trânsito da cidade inteira.

Já houve outros episódios, como os que são relatados por moradores da Av. Lomando Júnior (leia aqui), em que o Lucro do “Boca Du Mar” fica garantido, a despeito dos inúmeros danos ao trânsito, à paz, ao sossego e à segurança de várias pessoas, sem que se veja nenhum tipo de sanção por parte do Poder Público.

A princípio há um fato inegável: não é possível se permitir que eventos desta natureza sejam localizados a menos de 100 metros da saída da ponte Ilhéus-Pontal. Simples assim. Ocorre que ali há uma natural aglomeração de veículos, já que a Ponte é o único elo de ligação entre os dois lados da cidade. Qualquer evento que acumule muitas pessoas e/ou veículos necessariamente gerará transtornos incontornáveis.

Fora a poluição sonora que é imposta aos cidadãos que habitam a vizinhança.

A pergunta então é a seguinte: como consegue o “Boca Du Mar” a permissão para tais eventos?

Muito modestamente, não consigo ver o menor sentido em se conceder alvará para funcionamento de uma casa de shows naquele ponto. A quantidade de transtornos gerada a cada evento é sempre muito maior que os benefícios, e prejudica uma quantidade de pessoas muito maior do que as que “se divertem” ou “ganham dinheiro”.

Então das duas uma: ou há um alvará concedido pela prefeitura de maneira pouco criteriosa – para dizer o mínimo – ou, o que seria pior, o Boca Du Mar promove seus eventos, e impõe os transtornos a toda uma população, sem sequer possuir permissão para isso.

É o caso, com certeza, de os moradores incomodados tratarem o caso em instâncias superiores. Do meu ponto de vista, é hora de o Ministério Público atuar, apurando o seguinte: O Boca Du Mar possui alvará para funcionar como casa de show? Em caso positivo, que critérios foram usados para conceder tal permissão? Em caso negativo, porque não se vê as devidas sanções e proibições, papel que cabe à Prefeitura Municipal?

Há um instrumento jurídico, a Ação Civil Pública, que é um processo movido pelo Ministério Público quando o interesse de toda uma coletividade está em jogo.

Já é passada a hora. Que se movam os cidadãos, e exijam seus direitos. Que atue o ministério público. Que o Lucro do Boca Du Mar deixe de ser conseguido à custa da imposição de transtornos a toda uma população.

Que Ilhéus consiga, afinal, superar a era do Coronelismo, e finalmente passe a viver no Estado Democrático de Direito.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Ah se fosse em Ilhéus!

Uma das coisas que mais afastam o bom turista - o turista ordeiro, que vem visitar uma cidade como curioso, interessado em sua cultura, em suas belezas e em sua história, do mal turista, aquele que é um parasita - é a relação que ele tem com o respeito ao próximo.

A poluição sonora que alguns automóveis, templos religiosos, bares e até mesmo residências impõem aos demais cidadãos (turistas ou não) é algo típico de pessoas com nível de respeito muito baixo. Seja pelos demais, seja pela cidade em que vive ou visita. Não é um cidadão, é um incômodo. Não é um turista, é uma doença.

Aqui neste blog mantemos a campanha "O Meu Ouvido Não é Penico", para tentar sensibilizar a todos a esse respeito. Mas, que tenha chegado ao conhecimento público, pouco ou nada se vê em forma de ação das autoridades a respeito.

Diferente de outras cidades. Salvador, por exemplo. Como se vê na matéria abaixo.



Quando vamos ver Ilhéus cuidar de seus cidadãos, e tratar de se aliar ao bom turismo, excretando elementos inúteis e incômodos, como os agentes da poluição sonora?

domingo, 12 de julho de 2009

Campanha: O Meu Ouvido não é Penico!!!!!

Notícias recentes dão conta de que alguns automóveis foram apreendidos em Itabuna porque estavam com som alto incomodando as pessoas.

De fato, é inconcebível a prerrogativa que alguns sujeitos arvoram para si de estabelecer o que todas as pessoas que estão ao seu redor vão ouvir, e a que volume. Uma falta de respeito imensurável com todos os cidadãos que se vêem privados de sossego, descanso, intimidade.

O cidadão que põe som de carro exageradamente alto normalmente mostra caráter, inteligência e bom gosto inversamente proporcionais à quantidade de decibéis que ele impõe aos ouvidos alheios. São um tipo de câncer social, que precisa ser extirpado.

É preciso que a Polícia continue impondo-lhes a Lei. E concedendo-nos, a nós, os cidadãos, a Ordem.

Porque somos submetidos a uma verdadeira ditadura, com esses elementos fazendo os ouvidos alheios deglutirem a excrecência que jorra dos auto falantes de seus carros. Uma amostra do que há em seus cérebros.

O humorista baiano Renato Fechine tratou isso com sátira, dando ao dono do carro o tratamento que ele merece. Abaixo pode-se ouvir.



E eu estou lançando mais uma campanha: "O Meu Ouvido não é Penico!!!!!". O logotipo, com a devida permissão para ser usado publicamente por qualquer pessoa que deseje, fica disponível também.