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sábado, 1 de agosto de 2015

O F1 com ventilador atrás

Brabham BT46B: o carro de Fórmula 1 que tinha um ventilador na traseira

Leonardo Contesin
Original aqui.


Depois do Tyrrell de seis rodas, a inovação tirada das brechas do regulamento para obter vantagem sobre as demais equipes foi o efeito solo. Depois de testar durante um ano a aerodinâmica de um carro-asa, a Lotus produziu o 78, o primeiro grande carro de corrida baseado no princípio da asa invertida para obter o efeito solo.

Com esse efeito, o aumento da velocidade do ar sob o carro gera uma queda de pressão, fazendo com que a pressão do ar sobre o carro o empurre para baixo, permitindo ao piloto fazer curvas em velocidades mais altas. Com essa vantagem, a Lotus já havia conseguido quatro vitórias e outros três segundos lugares até a sétima etapa da temporada. Seria difícil reverter a vantagem sem um carro minimamente parecido com o carro-asa de Colin Chapman.

domingo, 22 de março de 2015

O Vitória e sua diretoria Tricolor

A Derrota do Vitória para o Colo-Colo neste sábado 21 de Março foi a crônica de uma morte anunciada.

Não por perder para o Col-Colo, que já é "useiro e vezeiro" de atrapalhar as caminhadas do Vitória. Aliás, parabéns ao Tigre de Ilhéus.

É porque o Vitória está vivendo seus dias de Marcelo Guimarães.

Para quem não sabe, Marcelo Guimarães (o pai e depois o filho) foram os diretores do Bahia na década passada e início desta que conseguiram algumas proezas como tirar o Bahia da série A por 7 anos (dois deles na série C), e passar 10 anos sem vencer o campeonato baiano.

Parece que o Vitória ensaia o mesmo caminho com a atual direção do clube. A sensação é de que o empenho é grande em destruir tudo o que foi construído no Vitória ao longo dos anos, acuando o time e o clube, e forçando-o a descer. De divisão, de qualidade, de finanças, de tudo.

O Leão, cada vez maisuma fera assustada
O sinal vermelho a respeito da gestão temerária que este grupo está fazendo no Rubro-Negro foi ligado ano passado quando reforçaram o Bahia três vezes seguidas: cederam Uélinton, depois cederam Max Biancuchi e, para completar, trouxeram de lá o "Caveirão" Souza.

O Bahia passou a ir a campo reforçado em três posições exatamente por causa das estranhas decisões da diretoria do Vitória.

Enquanto o Bahia revela jogadores como Gabriel, Talisca e, agora, um goleiro promissor, a divisão de base, outrora orgulho do Vitória, como vai? Qual foi o último talento revelado?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

40 anos atrás

Émerson era bi-campeão, e seguiria na Mclarem mas enfrentando um rival á altura: Niki Lauda, e a Ferrari. Acabaria em segundo lugar.

Como em segundo lugar terminou no GP do Brasil, vencido por José Carlos Pace.

Ver a Brabham (sim, a pintura parece com a da Williams de hoje em dia, mas era a Brabham), a Mclarem, a Tyrrel, a Lotus e a Ferrari daqueles tempos é emocionante.

E ver a primeira dobradinha do Brasil na Fórmula 1 também.




40 anos atrás...

domingo, 14 de dezembro de 2014

Richarlyson parou, e o futebol brasileiro perdeu um grande homem

Rodrigo Borges

de Carta Capital
Original aqui.

Alex foi o cara do último domingo. Com o Campeonato Brasileiro definido para o Cruzeiro e classificação do G4 resolvida no sábado, restou para o dia nobre do futebol a disputa contra a Série B e a justa reverência a Alex. Bahia e Vitória caíram, o Palmeiras ficou e o craque do Coritiba foi homenageado. A TV falou seu nome incansável e merecidamente.

Mas faltou falar – ou falou-se pouco – de Richarlyson.



Richarlyson não foi um craque. Não foi um fora de série. Foi, na verdade, um jogador comum. Mas merece homenagens por ter sido digno e valente. Pelo homem conseguiu ser – em um ambiente que é avesso ao diferente. Em um esporte que gosta de lançar olhares preconceituosos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Caprichos da Rainha: Hamilton Bi 6 anos depois.

Os pilotos ingleses - não britânicos, para que excluamos os excepcionais Jackie Stewart e Jim Clark - contam com poucos títulos e quase nenhum expoente na história da Fórmula 1.

Cada conquista é um sacrifício, e os jejuns costumam ser longos, como o interstício entre a conquista de 1976, de James Hunt, e a de 1992, de Nigel Mansell.

Mas os filhos da rainha conseguem seus méritos, ainda que a duras penas. Ontem foi a vez de Lewis Hamilton.

Hamioton: bicampeonato 6 anos depois da primeira conquista
Lewis venceu seu segundo campeonato mundial, aliás foi a segunda vez que um inglês (escoceses não contam) conquista um segundo campeonato. O primeiro havia sido Grahan Hill.

sábado, 2 de agosto de 2014

A Roupa Velha do Futebol do Brasil

Somente hoje, quase um mês depois (na verdade são 25 dias depois) consegui reunir um mínimo de informações e convicções para falar sobre a maior tragédia do futebol mundial desde a morte de Charles Miller. A derrocada da seleção brasileira.

Na verdade é necessário começar esclarecendo que não foi exatamente uma tragédia. Foi apenas a exposição de algo que já estava ali há muito tempo. O placar de 7 a 1 frente à Alemanha foi exatamente a criança que apontava e gritava para todos: “O Rei Está Nu”. E de fato estava. Sempre esteve. Todos se deram conta daquilo que, na verdade, se via claramente desde há muito, mas ninguém queria admitir, ou acusar.

Alemanha 7 x 1 Brasil: O Rei está Nu!
Verdade que, assim como no conto de Hans Christian Andersen, um ou outro observador mais atento acusou a nudez do Rei. Mas ficou com ela para si, envergonhado de dizer algo que soaria absolutamente estúpido,  já que todos cediam à ilusão, a visão ofuscada por títulos e conquistas ao longo de quase um século de existência.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Depois do vexame

Por Guilherme Scalzilli

Original aqui.

 Enfim ocorreu a hecatombe da seleção brasileira de futebol, longamente gestada nas entranhas putrefeitas da cartolagem. Era questão de tempo: um dia o pragmatismo tosco, a arrogância e a mediocridade chegariam a uma combinação explosiva que a sorte, a arbitragem e o talento individual seriam incapazes de neutralizar.



Faltava o desequilíbrio emocional para inflamar esse caldo melífluo. O patriotismo histérico dos jogadores já não parecia alvissareiro, principalmente em meio à tola “obrigação” de vencer o título. A vitimização de Neymar e a falta de comando da comissão técnica terminaram de ruir a frágil estabilidade do elenco.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

E houve Copa: deu até no The New York Times

O The New York Times estampou reportagem sobre a Copa chamando a atenção sobre as previsões apocalípticas lançadas pela mídia brasileira.

De Carta Maior
Original aqui.

A velha e carcomida mídia brasileira poderia ficar sem mais essa. Estilhaçou outra vez sua imagem na imprensa internacional. Tentou se camuflar de árvore e hoje não passa de um espantalho nos outdoors da cara de pau. Na sua campanha sistemática, antiética e despudorada contra o governo federal tentou enlameá-lo e culpá-lo mais uma vez empurrando a realização da Copa para o ralo e quebrou a cara no espelho.

Desnecessário listar e alinhavar as investidas que a velha mídia utilizou para desfigurar os acontecimentos e eventos que antecederam a abertura e os primeiros dias da Copa no país. Não deram trégua os jornalões da vida brasileira escritos, falados e televisados.



Vale lembrar, porém, que a primeira e monumental burrada foi de início ir contra as manifestações de junho do ano passado. A velha mídia sem exceção culpava diuturnamente os manifestantes como vândalos, irresponsáveis e marginais. A elite branca apoiava enfurecida.

sábado, 14 de junho de 2014

A seleção, espelho de uma elite careta e covarde

Do Blog da Milly

Original aqui.

Neymar faz o gol da virada, a torcida comemora por alguns segundos e então decide mandar a presidente tomar no cu. Nada poderia definir melhor a nossa elite.

Elite que conheceu Itaquera hoje. Elite que, se posso chutar, frequenta estádios com a mesma regularidade que o Halley passa por aqui. Elite que, ao escutar que ganharia ingresso para ir ao jogo da Copa que ela há quatro anos critica furiosamente, não apenas aceitou o ingresso como saiu correndo para comprar uma camisa da seleção.

A elite foi para o estádio de van, sabendo que estava segura porque não haveria povo no jogo. A arquibancada estava higienizada. E fodam-se as criticas à Copa, se ganhei ingresso vou mesmo e depois volto a reclamar do Brasil e da Copa e da roubalheira. Como chega lá nessa Itaquera, alguém sabe?

Hino à capela. Bonito, mas para que mesmo? Começa o jogo. Brasil!, Brasil! e silêncio e silêncio. O tempo passa, mais silêncio. Gol dos croatas. Silêncio se aprofunda. Empate de Neymar, cantoria começa e, depois de segundos, acaba. Educados que são, sentam-se.

Gol do Brasil: até a presidenta vibra
Intervalo. Hora de instagramar e facebucar fotos da festa. Mulheres de salto, maquiadas, jeans justíssimos. Homens de gel, calças igualmente justas e mocassim. Reclamam das filas para lanchonete e banheiro e da conexão ruim. Volta o jogo. Brasil consegue um penalti suado e roubado. Comemoram por segundos e decidem xingar outra vez a chefe de estado.

É nesse ponto que minha indignação ganha ritmo e é sobre isso que quero falar.

Depois de um gol você comemora, e não dá as costas ao jogo para xingar. A questão é menos a manifestação coletiva, por mais deselegante que tenha sido, do que o momento em que ela aconteceu. Porque o momento – logo depois de um gol suado e decisivo – fala muito sobre quem somos.

domingo, 8 de junho de 2014

Maracanazo: 64 anos depois, documentário tenta descobrir se Brasil superou trauma

Da BBC.

Disponível aqui.

Mais de seis décadas após perder a Copa em casa, o Brasil tem, pela primeira vez, a oportunidade de curar o trauma nacional causado pela derrota para o Uruguai dentro do Maracanã.

O episódio, que ficou imortalizado pelo termo cunhado pelos próprios uruguaios, Maracanazo, foi a maior tragédia da história do futebol brasileiro e marcou para sempre a vida dos jogadores da seleção de 1950.

Durante os treinos da seleção na semana passada, na Granja Comary, um dos assuntos mais recorrentes eram o fantasma da Copa de 50 e a expectativa dos jogadores de poder enterrá-lo de uma vez por todas.

O capitão Thiago Silva reconheceu em entrevista a jornalistas que a seleção sabe da "pressão" para ganhar o título em 2014. Carlos Alberto Parreira, coordenador técnico da seleção, disse que a derrota para os uruguaios está "entalada na garganta".

Mas será que uma eventual derrota brasileira na final desta Copa poderia causar o mesmo trauma de 50?

Gol de Gigia: derrtta traumática
Esta foi uma das questões que o documentário de rádio do Serviço Mundial da BBC, CliqueThe Burden of Beauty, tentou responder. O programa, cuja segunda parte vai ao ar na próxima quarta-feira, abordou as pressões – dentro e fora dos estádios – que o Brasil sofre por disputar o Mundial em casa.

Amadurecimento

terça-feira, 8 de abril de 2014

A Mercedes que Manda

A superioridade dos carros equipados com motores Mercedes neste começo de temporada da Fórmula 1 é, de fato, esmagadora. Parece que os motores tem uma quantidade de potência muito maior do que os demais, tal a vantagem que apresentam.

De fato, as equipes Mercedes, Mclarem, Williams e Force Índia, todas empurradas pelo mesmo motor Mercedes estão sobrando nas corridas - a própria Mercedes por excelência. Mas, segundo os "espiões"das outras equipes e da imprensa especializada, não se trata meramente de uma questão de potência. É uma solução na arquitetura dos componentes.

Assim, a tendência é que esta superioridade se prolongue ainda por um bom tempo, já que as vantagens são fundamentalmente estruturais, e não apenas na construção do bloco do motor em si.

O vídeo abaixo dá uma ideia do que foi a solução encontrada pela Mercedes.



Para entender melhor é necessário um pouco de conhecimento sobre motores turbos e seu funcionamento.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Mais Feio



Este vídeo eu "peguei" no Blog de Flavio Gomes. Lá ele diz: "sem juízo de valor". Aqui se diz com juízo de valor. Sem sompra de dúvidas.

O som da Fórmula 1 não é mais o mesmo.

A gente vai se acostumar, mas que ficou mais feio, ficou.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Porque amamos corridas de automóvel

Porque elas podem ser assim!

A disputa é pelo segundo lugar, na última volta.





O que remete a lembranças de outra disputa, também pelo segundo lugar, também na última volta. Mas com a inconfundível assinatura do mito Giles Villeneuve.


sábado, 1 de março de 2014

Abstinência de Velocidade!

Só quem é realmente fã de Fórmula 1 - e eu conheço pessoalmente uns dois ou três apenas - sabe da crise que é a abstinência entre as temporadas.

Para os que não são fãs, resta a mim a catequese. Vejam isso. Sejam fãs. Ou, pelo menos, entendam porque existem os fãs.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Os Panicopas

O texto abaixo é de uma amiga, ex-vizinha dos tempos de universidade em Campina Grande, e ajudou a mudar minha própria opinião a respeito da Copa do Mundo no Brasil.

Por Fabiana Agra.

Original aqui.



Existe uma campanha em curso contra a Copa 2014 no Brasil. A “turma do contra” é pequena, mas está fazendo um barulho grande, pois estão tendo o apoio da mídia PIG e de alguns governos estaduais e municipais (o estado do Paraná e a prefeitura de Curitiba, por exemplo, abandonaram as obras da “Arena da Baixada”, praticamente comprometida como sede); há também a cartolagem da Fifa, que em nada está contribuindo para melhorar a situação.

No entanto, como diz o cientista político Antonio Lassance, ”a campanha anticopa não seria nada sem o bombardeio de informação podre patrocinado pelos profetas do pânico”. O objetivo desses falsos profetas não é prever nada, mas incendiar a opinião pública contra tudo e contra todos, inclusive contra o bom senso. E esses “panicopas” ou profetas do pânico da Copa, estão levando consigo muita gente boa, mas que anda desinformada em relação à Copa do Mundo no Brasil. E essas pessoas, infelizmente, ao entrarem nesse clima de desinformação, estão espalhando ódio e descrença na competência do Brasil sediar o evento. E os profetas do pânico na Copa agradecem.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Meninas do Brasil batem Sérvia e faturam 1º Mundial de handebol


Agência Estado

Original aqui.

BELGRADO - O dia 22 de dezembro de 2013 ficará para sempre marcado na história do handebol brasileiro. Foi neste domingo que a seleção brasileira feminina escreveu seu nome como uma das grandes potências da modalidade, conquistando pela primeira vez o Campeonato Mundial. O ginásio lotado em Belgrado e a pressão de disputar a primeira final de sua história não assustaram o time de Morten Soubak, que derrotou as donas da casa, a Sérvia, por 22 a 20 e faturou o título inédito da competição.




A campanha foi perfeita, com nove vitórias em nove partidas disputadas. Mesmo quando enfrentou equipes de muito mais tradição no esporte, como as próprias sérvias, as dinamarquesas - ambas derrotadas duas vezes - ou as húngaras, as jogadoras brasileiras passaram por cima, com a propriedade de uma seleção que se consagrou neste domingo como a melhor do mundo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

As cores do tricolor

Já escrevi sobre o vexatório expediente que os clubes brasileiros estão usando para engordar um pouco mais os caixas das vendas de camisas.

A criação de "novos" uniformes, deixando de lado as cores e os padrões tradicionais não são mais novidade para praticamente nenhum clube do Brasil. O Vitória, recentemente se apresentando com camisas listradas em preto e branco na horizontal, causou-me a mais recente decepção. Ao contrário da campanha do ano passado, em que as listras eram horizontais e iriam sendo "preenchidas" de vermelho a partir da doação de sangue, a motivação desta campanha é meramente vender a camisa.

Que não tem nada a ver com as cores do Vitória.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Carta a Felipe Massa

Flavio Gomes

Original aqui.

Felipe,

Começando do começo. Soube da sua existência lá pelo fim dos anos 90, você com uns 16 ou 17 anos na F-Chevrolet, meu amigo e quase sócio Ricardo Tedeschi te dando uma força. Então foi para a Europa numa pindaíba danada, teve até aquela história de ganhar um prêmio em cerveja por uma vitória e ter de vender as latinhas para pagar o aluguel, essas coisas que quando a gente olha para trás ri e se orgulha delas.

Aí, em 2001, um teste na Sauber. Ricardo, telefonei, que legal! O menino é bom, é humilde, rápido, vamos ver o que dá, responde o Ricardo.

Falipe Massa
No ano seguinte, a apresentação como piloto da Sauber aqui em São Paulo, num hotel na Vila Olímpia, ou no Itaim, você magrinho e meio assustado com aquela gente toda, e desde o início eu sabendo que no fundo era tudo com a Ferrari, mas sem poder publicar, cravar, como a gente diz, porque você e o Ricardo eram dois túmulos, souberam guardar o segredo por anos a fio.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Fim de uma Era?

O Brasil e a Fórmula 1 se casaram em 1969.

O matrimônio aconteceu com o debut de um rapaz narigudo de nome italiano, mas apelidado de Rato, que guiava para a famosa equipe Lotus, de Colin Chapman.

A Lua de Mel se deu no ano seguinte, com a primeira vitória de Emerson Fittipaldi em Watkins Glen, e o primeiro filho nasceria dois anos depois, em 1972, quando o carro preto e dourado venceria o campeonato mundial nas mãos do Rato.

A partir daí as núpcias se tornaram um sólido matrimônio. Em 1974 a Mclarem e Émerson pariram o segundo filho, e a fecundidade enfrentou uma ligeira pausa até 1981. Naquele ano Nelson Piquet e a Brabham deram ao casamento, o terceiro de seus oito rebentos. O mesmo Piquet e a mesma Brabham trouxeram o quarto filho em 1983 e, já na Williams, o quinto, em 1987.

Aí veio a era Senna, com sua Mclarem, e os três filhos caçulas nasciam em 1988, 1990 e 1991.

O matrimônio viveu seus melhores dias. A partir daí a fertilidade declinou. Rubens Barrichello e Felipe Massa chegaram perto, mas esses filhos acabaram não vingando. O de Massa por uma curva; algo como perder um filho aos oito meses e meio de gravidez.

Mas parece que o casamento chegou ao fim. Felipe Massa anunciou no Instagram que não correrá pela Ferrari ano que vem. E, dados seus desempenhos nas últimas temporadas, dificilmente encontrará uma vaga competitiva para ocupar. Como ele mesmo já disse que não deseja correr para meramente completar o grid, é de se esperar vê-lo longe da Fórmula 1.

Anúncio de Felipe Massa: "Não vou mais correr pela Ferrari em 2014"

E, provavelmente, nenhum brasileiro restará lá.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Correndo em Cuba

Falar de Cuba sem falar de médicos cubanos, em tempos atuais, parece difícil. Todavia, indiferente às questões políticas, um piloto é um cara que gosta de carros, de pista, de velocidade.

David Coulthard, aposentado da Fórmula 1, aceitou um convite para ir a Cuba e, na Ilha, disputar uma corrida muito interessante, com carros clássicos. O único tipo de corrida que pode ser disputado ali.

David exercitou o que mais gosta: carros, velocidade, disputas. A nós, resta apenas este pequeno documentário.