O impeachment é inevitável.
O STF não o deterá, seja por fidelidade à independência do legislativo, seja por covardia, seja por alinhamento político, ou por qualquer motivo. E o Senado permanecerá de ouvidos moucos aos argumentos, por mais fortes e coerentes que sejam. Porque, salvo (duvidosas) exceções, o interesse ali não é apurar a validade das acusações. Muito pelo contrário: trata-se de defender a retomada do poder a qualquer custo.
O STF não o deterá, seja por fidelidade à independência do legislativo, seja por covardia, seja por alinhamento político, ou por qualquer motivo. E o Senado permanecerá de ouvidos moucos aos argumentos, por mais fortes e coerentes que sejam. Porque, salvo (duvidosas) exceções, o interesse ali não é apurar a validade das acusações. Muito pelo contrário: trata-se de defender a retomada do poder a qualquer custo.
Quem não perde no voto desde o século passado, perderá por
outras vias. Qualquer uma serve.
Com alguma culpa, é importante que se diga. O governo e o PT
cometeram pecados graves tanto na leniência com a corrupção quanto no
relacionamento com o Congresso Nacional. Erros oriundos de pouco pragmatismo,
de alguma arrogância, de muita ingenuidade. Erros que os livros de História estudarão
nos anos vindouros.





