Patrulhas cibernéticas pretendem combater a desinformação, uma arma de guerra que agora é usada na internet para destruir reputações políticas
POR CHICO OTAVIO E CARINA BACELAR
RIO - A atração dos brasileiros pelas redes sociais, expressa nos mais de 67 milhões de perfis cadastrados só no Facebook, ameaça transformá-los em vítimas de uma guerra suja na internet: o uso da desinformação na campanha eleitoral para manchar a imagem dos candidatos. Protegidos pelo anonimato, os responsáveis farão das redes sociais um terreno fértil para a divulgação de conteúdo malicioso em perfis falsos. Apreensivos, os comitês de campanha apressaram-se em criar forças-tarefas para enfrentar os crimes digitais e tentar removê-los a tempo de evitar um desastre político.
Finalmente a corrida. Mansell pareceu mais em forma que Piquet, mas cometeu um pequeno engano: deu um toque na traseira. Parece ter se esquecido de velhas lições... no final Piquet deu o troco, mas o toque foi mais certeiro. E decisivo.
A campanha da Ford pode não aumentar a venda de carros, isto eu não sei. Mas com certeza é uma delícia de assistir. Agora Nelson e Nigel são apresentados às ferramentas de trabalho.
A minha curiosidade está a mil com o desfecho da novela. Mas parece que ainda faltam dois capítulos.
O salsichinha (na verdade a raça é chamada de Dachshund ou Teckel) era a raça de vários cachorrinhos que tive em minha infância e adolescência, e mais recentemente também. A propaganda por si só já seria uma graça; para mim tem valor sentimental.
Esta eu recebi do prof. Francisco Bruno, via Facebook. Não gosto muito de cerveja tipo Lager, mas até tomaria uma Heineken gelada depois de assistir a isto.
Publicidade da Coca-Cola, que faz referência à Copa América da Argentina em 2011.
Bom humor e criatividade, explorando a maior rivalidade do Futebol Mundial. Remete-me a uma peça do Guaraná Antárctica que fazia, com Maradona no papel principal, uma brincadeira parecida.
Poderia ser mais um da série "Eu fui adolescente". Só que não seria muito honesto. É que Legião Urbana nunca esteve exatamente no topo das minhas preferências, naqueles saudosos anos 80.
Fato que, aliás, não contribuía em nada para aumentar minha popularidade entre os colegas. O grupo liderado por Renato Russo era uma espécie de ponto de referência da juventude da época. Nunca me esqueço de como suas músicas eram repetidas como mantras nas bocas juvenis de meus colegas.
No Youtube tem um vídeo muito bonito, que apóia as manifestações contra o Complexo Intermodal. Eu reproduzo o vídeo abaixo, mas ele pode ser assistido "in loco" se clicarem aqui.
O vídeo é realmente muito bem produzido. Extremamente emotivo, com músicas de fundo - destaque para a execução repetida do Hino Nacional Brasileiro - e tomadas paisagísticas de qualidade profissional.
Constrói vilões e mocinhos com a mesma maestria que a Rede Globo faz com suas novelas, e que a indústria do entretenimento faz nos Estados Unidos.
Pessoalmente me toca muito. Emociono-me fácil com boa música, belas imagens, histórias bem contadas. Então devo dizer que gostei do vídeo. Embora tenha sentido falta, nas imagens, das pessoas não tão bem vestidas, não tão bem penteadas, não tão bem alimentadas e não tão bem cuidadas que efetivamente moram naquela região. Pergunto-me porque não se vê os sem camisa, sem dentes e sem perspectiva que povoam às centenas a Ponta da Tulha e a Lagoa Encantada.
Mas deixando de lado o apelo emocional, e focando no ponto racional, é possível ver um pouco mais dentro do vídeo.
Ou, melhor dizendo, um pouco menos.
Porque ali há muita produção cenográfica e pouco – talvez nenhum – conteúdo relevante. O vídeo é uma compilação dos mesmos argumentos que são usados há muito. Não diz nada de novo. Apenas diz de maneira muito bem editada.
O vídeo fala da biodiversidade da mata atlântica e afirma, com uma autoridade difícil de ser demonstrada, que a real vocação desta região é o “Turismo Sustentável”.
E, com a mesma falta de evidências, ainda afirma que, com o Complexo Intermodal “todo aquele ecossistema estará irremediavelmente perdido”, e “o impacto será extremamente maior ao longo do tempo”.
Muitas afirmações, nenhuma sustentação técnica ou científica.
Com a bela seleção musical ao fundo e as tomadas aéreas tecnicamente perfeitas, efetivamente o vídeo causa um grande impacto. Mas não traz nenhuma luz à discussão. Apenas um apelo sem nenhum fundo racional. Chega à pachorra de mostrar imagens de baleias Jubarte como se estas também fossem se tornar vítimas do projeto.
Em essência, o vídeo propõe a manutenção do que sabidamente não funciona: defende que a região continue apostando suas fichas no desenvolvimento econômico baseado no turismo “sustentável”.
Que, até então, não reduziu minimamente a desigualdade social nem a crescente pobreza de Ilhéus, uma cidade que caminha a passos largos para o seu Ocaso.
Bem como também não discute o fato de que, segundo os relatórios técnico/científicos da COPPE/UFRJ, os impactos gerados pela instalação do Complexo Intermodal podem ser minimizados e compensados satisfatoriamente.
Efetivamente não discute nada. É uma mera peça publicitária. Portanto, a menção vai apenas para a inegável qualidade da produção. O resto é mera estratégia de propaganda.
No meu tempo havia a Vasp, a Transbrasil e a Varig (que tinha a Rio Sul e a Nordeste).
Essa postagem é pela saudade. Para os que, como eu, estrearam em viagens aéreas pela Varig. Na época havia um serviço diferenciado, uma estrutura que a alinhava entre as melhores companhias do mundo. Um orgulho nacional.
É que nesta última semana ela foi declarada oficialmente falida. A Varig que voa hoje é apenas um disfarce usado pela Gol. Não é a velha Varig.
Aquela morreu. Só ficou a saudade.
Na época das festas de fim de Ano, um jeito genial de lembrar que as Férias poderiam incluir uma bela viagem de avião.
A administração de Jacques Wagner no governo do estado tem sido, modestamente, por mim avaliada como regular.
Seria melhor se não fossem as promessas não cumpridas, além de alguns erros de gestão, principalmente em níveis de médio escalão.
O Tomógrafo do Hospital Regional de Ilhéus, que foi comprado e permanece sem funcionar há vários meses é um bom exemplo disso. Seria algo como uma pessoa que não tem computador conseguir juntar dinheiro e comprar um. Mas mantê-lo na caixa. Inconcebível.
Mas há resultados. E há belíssimas campanhas publicitárias enaltecendo-os.
Aqui uma peça de publicidade muito bonita, que me emocionou. Propaganda politico-eleitoral, é verdade. Mas não é mentira. 170 mil empregos é um recorde, e a "parte boa" do governo da Bahia tem muito a ver com isso.
Realmente o governo do Estado de São Paulo tem exagerado. Já tenho assistido comerciais das realizações do governo Paulista até nas TVs locais da Bahia e da Paraíba!
Mas o governo da Bahia não fica muito atrás... cadê o Complexo Intermodal? Cadê a duplicação da BR415? Cadê o fim do REDA? Cadê a normalização dos vôos noturnos?
Cá de onde observo, quase não vejo as realizações (que existem, é importante que se diga) pois ficam escondidas atrás de toda a propaganda vazia, de obras inexecutadas.
Seria uma pena a Bahia voltar a ser comandada por aquele velho grupo político.
Lula conseguiu fazer a Esperança vencer. Porque Wagner não consegue?