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sábado, 2 de julho de 2011

Série Tabuleiro da Bahia: O 2 de Julho

"A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória".

Leia mais a respeito clicando aqui.

É interessante a discussão a respeito de quando foi a independência do Brasil.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Postagem antiga: Armandinho

Uma postagem antiga, mas daquelas que eu adorei ter feito. Está na série Tabuleiro da Bahia.

Ponho de novo, já que a preguiça de sexta-feira e a exigüidade (este trema aqui ainda existe?) de tempo me impedem de preparar algo novo.

Então vai algo velho. Mas bom.

Armandinho Macêdo!

Vejamos algumas de suas performances.

Bolero de Ravel (lembranças da Praça Castro Alves de Carnavais de Outrora).



Brasileirinho.



Marchinhas de Carnaval.



Czardas.



No frevo rasgado do Carnaval de Salvador.



Ou simplesmente brincando, derramando talento em todos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Hamilton, o Tratorista

Ouando os seres humanos fazem a diferença.

Uma insensível ordem de demolição... uma mãe de família e seus filhos despejados.

Do frio ponto de vista jurídico, uma reintegração de posse.

Da vista humanitária de um homem iluminado, uma família desabrigada.

Seu Hamilton, o tratorista que foi designado pela Justiça para demolir a casa, e desalojar as famílias, se negou a cumprir a ordem.

Fou ameaçado de ser preso, por obstrução da Justiça.

Acabou recebendo ordem de prisão, por obstrução da Justiça.

Mas seu coração, justo, o impediu.



Pois, cega, a Justiça não vê tanto quanto o coração dos justos.

Seu Hamilton é um orgulho para a Bahia.

Exemplo para toda a raça humana.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Abrolhos

Em 1503, a expedição do descobridor italiano Américo Vespúcio passou por essa região e ele anotou na carta de navegação: ‘Quando te aproximares da terra, abre os olhos’. Daí surgiu o nome Abrolhos para designar uma área cheia de recifes de corais (que chegam a ter 15 Km de extensão por 5 Km de largura), com cinco ilhotas de origem vulcânica, à cerca de 70 Km da costa baiana.” (fonte: Abrolhos)

Apesar das poucas oportunidades que tive, sei bem que mergulhar é uma das coisas mais maravilhosas que já experimentei na vida. Nesse sentido, é um prazer mostrar mais esta maravilha da Bahia: o Arquipélago de Abrolhos.

Esse é, aliás, mais um dos pecados que me fazem um baiano fajuto: jamais estive ali. Mas este projeto está, com prioridade alta, dentro dos meus planos.


Em Abrolhos há uma infinidade de surpresas maravilhosas aguardando os visitantes. Surpresas que podem ser encontradas num simples mergulho “estilo livre” (onde se usa apenas o “snorkel”).


Todavia, certamente as maiores maravilhas estão reservadas aos que visitam águas mais profundas no arquipélado. Somente num mergulho autônomo (com cilindro) se pode efetivamente experimentar o que há de melhor ali. Estar no meio da paisagem marinha, hóspede de crustáceos e peixes que ali residem, muitas vezes indiferentes à sua presença, é uma experiência que só pode ser vivida. Jamais descrita.




Entre os pontos de mergulho há um que desperta particular interesse: visitar os destroços de um navio italiano chamado Rosalina, cujo comprimento chega a 93,6 m, e que naufragou nos recifes da região em 1939. Estava transportando sacos de cimento e garrafas de cerveja. Além de estar em bom estado de conservação (dadas as circunstâncias), sua proa quase alcança a superfície, tornando mais fácil o acesso à embarcação.


E, se tiver sorte, então ainda se pode ser agraciado com um deleite único aos olhos e aos ouvidos. Infelizmente não são todos os visitantes que recebem essa graça divina: ter um encontro com uma baleia Jubarte. Que é um espetáculo de se ver, com toda a sua majestade, e de ouvir, o mais belo dos cantos.


sábado, 15 de agosto de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Raul Seixas



Para muitos, o Maluco Beleza. Para outros um mero viciado. Ainda há os que o consideram um iluminado, avatar a ser seguido. Para mim, "apenas" um gênio. Um dos meus ídolos.

Um gênio em si mesmo, que não buscava escolas formais ou conhecimentos sólidos para exprimir sua própria arte. Era gênio pela genialidade. Era a voz que gritava contra tudo o que não era. Era a proposta da sociedade alternativa.

De seu jeito, Raul Seixas sempre cantou pela liberdade. Para si e para todos. Liberdade de interpretar o mundo e a história, liberdade de agir e vestir. Liberdade para tomar banho de chapéu.

Liberdade para não seguir as escolas do mundo, para ser uma metamorfose ambulante.



Para ler relatos diferentes nas velhas histórias.



Ou imaginar o que ninguém mais imaginava.



Raulzito clamou pela liberdade até para si. Aqui eu o vejo denunciando as escolas que tentam determinar o que é certo e errado. Raul se insurge contra todo o status quo, todo o formalismo. Contra a poesia formal. Dane-se a métrica.



Também gosto de ser uma Metamorfose Ambulante. E, como Raul, também tento de novo, outra vez.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Jorge Amado



Nascido na fazenda Auricídia, no distrito de Ferradas, município de Itabuna, sul do Estado da Bahia, aos 10 de Agosto de 1912, Jorge Amado é a maior expressão da literatura regional da Bahia.

Jorge escrevia sobre a Bahia, e também sobre o Sul da Bahia. Mas isso eram as cores com as quais ele pintava a moldura da essência do seu trabalho, porque o Amado escrevia mesmo é sobre gente.

Gente como Pedro Bala, chefe dos Capitães da Areia, um império inteiro totalmente desconhecido da cidade do Salvador, ou Quincas Berro d´Água, o bêbado morto, e morto de novo. Mulheres como Dona Flor e o dilema entre o marido que a fazia feliz, estando morto, e o que a fazia segura, estando vivo.

Em Ilhéus, a saga dos Coronéis do Cacau, cada qual com sua Tocaia Grande, construindo São Jorge dos Ilhéus, a terra de Gabriela Cravo e Canela, a terra do Cacau e do Suor, de tantas gentes vividas.

Vivendo a vida, como a vida de Tieta do Agreste, que nasceu pobre e decente, mas nunca foi respeitada senão quando se fez puta e rica, e só então descobre que o que sempre procurou não era respeito, mas amor. Histórias que só podem mesmo ser contadas por quem seja verdadeiro Compadre de Ogum. É mais do que literatura, é estar na Tenda dos Milagres, na companhia de Jubiabá e Teresa Batista. Imortal, pois imortal mesmo é quem faz da Farda, Fardão, Camisola de Dormir.

Dentre os trabalhos que já tive o imenso prazer de ler.

Autor singular, talvez ímpar no mundo, cuja referência literária no sentido puramente acadêmico é considerada duvidosa. Mas mesmo a Academia se curva ao seu talento, reconhecendo o novo que ele trouxe em seu trabalho, que é a pintura em cores vivas de uma cultura, de um povo. Pintura que nada mais é do que a riquíssima alegoria do retrato profundo e fiel que ele faz de toda gente.

Porque Jorge descreveu muito mais do que a Bahia.

Retratava Almas.

Uma lista da impressionante produção literária:

Individuais

Romances:

- O País do Carnaval, 1931

- Cacau, 1933

- Suor, 1934

- Jubiabá, 1935

- Mar Morto, 1936

- Capitães da Areia, 1936

- Terras do Sem Fim, 1943

- São Jorge dos Ilhéus, 1944

- Seara Vermelha, 1946

- Os Subterrâneos da Liberdade (3v), 1954 (v. 1:Os Ásperos Tempos; v. 2: Agonia da Noite; v. 3: A Luz no Túnel)

- Gabriela, Cravo e Canela: crônica de uma cidade do interior, 1958

- Os Pastores da Noite, 1964

- Dona Flor e Seus Dois Maridos, 1966

- Tenda dos Milagres, 1969

- Teresa Batista Cansada da Guerra, 1972

- Tieta do Agreste, 1977

- Farda Fardão Camisola de Dormir, 1979

- Tocaia Grande: a face obscura, 1984

- O Sumiço da Santa: uma história de feitiçaria, 1988

- A Descoberta da América pelos Turcos ou De como o árabe Jamil Bichara, desbravador de florestas, de visita à cidade de Itabuna, para dar abasto ao corpo, e ali lhe ofereceram fortuna e casamento ou ainda Os esponsais de Adma, 1994

- O Compadre de Ogum, 1995

Novelas

- A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua, 1959

- A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua (publicada juntamente com Os Velhos Marinheiros ou A completa verdade sobre as discutidas aventuras do Comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso, in Os velhos marinheiros, 1961

- Os Velhos Marinheiros ou A completa verdade sobre as discutidas aventuras do comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso, 1976

Literatura Infanto-Juvenil:

- O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: uma história de amor, 1976

- A Bola e o Goleiro, 1984

- O Capeta Carybé, 1986

Poesia:

- A Estrada do Mar, 1938

Teatro:

- O Amor do Soldado, 1947 (ainda com o título O Amor de Castro Alves), 1958

Contos:

- Sentimentalismo, 1931

- O homem da mulher e a mulher do homem, 1931

- História do carnaval, 1945

- As mortes e o triunfo de Rosalinda, 1965

- Do recente milagre dos pássaros acontecido em terras de Alagoas, nas ribanceiras do rio São Francisco, 1979

- O episódio de Siroca, 1982

- De como o mulato Porciúncula descarregou o seu defunto, 1989

Relatos autobiográficos:

- O menino grapiúna, 1981

- Navegação de cabotagem: apontamentos para um livro de memórias que jamais escreverei, 1992

Textos autobiográficos:

- ABC de Castro Alves, 1941

- O cavaleiro da esperança, 1945

Guia/Viagens:

- Bahia de Todos os Santos: guia de ruas e de mistérios, 1945

- O mundo da paz (viagens), 1951

- Bahia Boa Terra Bahia, 1967

- Bahia, 1970

- Terra Mágica da Bahia, 1984.

Documento político/Oratória:

- Homens e coisas do Partido Comunista, 1946

- Discursos, 1993

Livro traduzido:

- Dona Bárbara (Doña Barbara), romance do venezuelano Rómulo Gallegos, 1934

Em parceria:

- Lenita (novela), com Edison Carneiro e Dias da Costa, 1929

- Descoberta do mundo (literatura infantil), com Matilde Garcia Rosa, 1933

- Brandão entre o mar e o amor, com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Rachel de Queiroz, 1942

- O mistério de MMM, com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Rachel de Queiroz, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa, 1962

Publicações no exterior:

Segundo a Fundação Casa de Jorge Amado, existem registros oficiais de traduções de obras do escritor para os seguintes idiomas: azerbaidjano, albanês, alemão, árabe, armênio, búlgaro, catalão, chinês, coreano, croata, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, esperanto, estoniano, finlandês, francês, galego, georgiano, grego, guarani, hebraico, holandês, húngaro, iídiche, inglês, islandês, italiano, japonês, letão, lituano, macedônio, moldávio, mongol, norueguês, persa, polonês, romeno, russo, sérvio, sueco, tailandês, tcheco, turco, turcumênio, ucraniano e vietnamita (48 no total). Essas traduções foram publicadas no mínimo nos seguintes países: Albânia, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Áustria, Azerbaidjão, Bulgária, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Eslováquia, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irã, Islândia, Israel, Itália, Iugoslávia, Japão, Letônia, Lituânia, México, Mongólia, Noruega, Paraguai, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Rússia, Suécia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Venezuela e Vietnã; o Brasil também deve ser computado em função da edição nacional em esperanto, totalizando 52 nações.

Fonte: Projeto Releituras (leia aqui)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Salvador

A primeira capital do Brasil!

Salvador tem a prerrogativa de ser o cartão postal da Bahia. Retrata emblematicamente os aspectos culturais, históricos, turísticos, artísticos de todo o estado.

Suas belezas materiais e imateriais foram agredidas pela exploração turística ao longo dos anos. Mas não deixa de ser inspirador ver a cidade de 5 séculos e experimentar os sabores que a Cidade de São Salvador oferece a todos os sentidos. Respirar o ar marinho do Farol da Barra, visitar o Mercado Modelo, caminhar preguiçosamente no Centro Histórico, ouvir a batida e assistir às evoluções da capoeira, do candomblé, dos blocos de carnaval, provar da culinária singular.

Salvador das ladeiras, da preguiça, das igrejas e das religiões, e também dos pecados. Salvador da vida, cidade do mundo, convidando todos a se "soteropolitanizar".



Uma curiosidade: o natural de Salvador é referido como soteropolitano porque em grego a "Cidade de Salvador" é chamada "Soteropolis" que vem de "soter" (salvador) e "polis" (cidade) - dados do dicionário Houaiss.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Tabuleiro da Baiana



Inspiram o nome dessa série de coisas maravilhosas da Bahia. Estão espalhadas por toda parte, contaminando todos os olfatos e paladares com as deliciosas tentações que trazem em seus tabuleiros.



Muitas calorias? Pode ser. Mas com certeza o prazer sublime que elas proporcionam com suas iguarias compensam quaisquer danos à silhueta. Maravilhas que não encontram par por aqui. Só podem ter sido trazidas de longe. Pelos Deuses. Da África!



A iguaria mais conhecida, e mais requisitada por todos, é o Acarajé. Feito com massa de feijão fradinho, frito no dendê, o sabor é ímpar. Os recheios são diversos, passando pelo Vatapá, Salada, Camarão e - muita calma sessa hora - Pimenta! Acarajé que, aliás, é também conhecido pela lenda da oferta "O freguês quer quente ou frio?". Quando, incauto, o freguês escolhe "quente", recebe a iguaria inundada de pimenta.

Mas eu mesmo nunca vi nenhuma baiana fazer tamanha maldade.



O Abará, para mim a mais saborosa das tentações do tabuleiro da baiana. De acordo tanto com Dona Margarida quanto com Dona Cícera, o Abará na verdade é basicamente a massa do acarajé, só que cozido e enrolado em folha de bananeira.



Depois de provar as iguarias do feijão, como sobremesa pode-se ter o Bolinho de Estudante,



ou então a famosa "Cocada da Baiana".



Sirvamo-nos!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Chapada Diamantina

O que realmente me faz um baiano fajuto: jamais conheci a Chapada Diamantina. Um grave defeito, que pretendo corrigir em breve.

Pois são poucos os lugares aos quais Deus legou tanta beleza. Penso que todo baiano tem que se orgulhar. A Chapada é a Meca da Bahia, todos temos que conhecer, visitá-la pelo menos uma vez na vida.


Lençóis




Cachoeira da Fumaça


Cachoeira do Canto Verde


Poço Azul


Poço Encantado


Gruta da Torrinha


Um banho (para quem tem coragem de encarar as águas gélidas)!


Prá esquentar o frio, que a água e a noite lá são deliciosamente geladas, uma das melhores cachaças do Brasil: Abaíra

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Ilê Ayiê

Quando eu fazia graduação na Paraíba um colega - seu nome é Stênio - decidiu que eu era "um baiano fajuto".

Stênio esclareceu os motivos - eram cinco - pelos quais ele me considerava uma mera falsificação de baiano: a) não votava em ACM; b) não torcia para o Bahia; c) não nascera em Salvador; d) não sabia dançar; e) não era "negão".

Evidentemente era uma brincadeira, pois ele estereotipava o perfil típico do baiano. Ter uma baianidade fajuta pelos motivos que Stênio citava não me incomodava tanto: jamais achei que ACM mereceu meu voto, tampouco jamais cogitei trair o Vitória, meu único time de coração. Não tenho nada contra Salvador, acho uma das metrópoles mais bonitas e interessantes do mundo. Mas nunca desejei ter nascido lá.

Doía-me, porém, as duas alegações finais que Stênio fazia; nunca aprendi a dançar e, apesar de trazer em mim fortes (e orgulhosas) evidências de minha ascendência negra, a verdade é que minha pele sempre foi um tanto pálida demais para o meu gosto.

Talvez essas duas coisas - a cor da pele e a habilidade com a dança - estejam relacionadas. Eu não tenho nenhum dos dois. Resta-me invejar, desejar, aplaudir.

O mais belo dos belos. Ilê Ayiê.

Aqui um pouco da beleza que "Só se vê no Ilê".


Ilê, pelo Ilê: Belo!

domingo, 19 de julho de 2009

Série Tabuleiro da Bahia: Dorival Caymmi

A voz preguiçosa, mas de beleza singular. As composições perfeitas em letra, melodia e arranjo. Sofisticação absoluta. Com simplicidade.

Ninguém cantou tanto, e tão bem, a Bahia. Na Bahia.

Dorival Caymmi!

Aqui aprendemos a fazer o Vatapá, num trecho da minissérie "Dona Flor e seus 2 Maridos" que foi montada para televisão pela Rede Globo, baseada no romance homônimo de Jorge Amado. Música de Caymmi, com Thalma de Freitas aguçando nossas papilas. Todas elas.


O que é que a baiana tem?


O amor pela Marina. Todos os homens precisamos ter uma Marina a quem declarar nosso amor! Eu tenho. Mas o nome dela é outro.


E o Mar. Que é belo. E que mata também.


sábado, 18 de julho de 2009

Série Tabuleiro da Bahia

















Série Tabuleiro da Bahia: Armandinho

Hoje amanheci com uma saudade enorme da Bahia. São as coisas que me inflam a alma com orgulho, prazer, banzo. A Bahia tem quase toda a minha identidade, a bem da verdade. A parte que não é baiana é paraibana.

Na Bahia nasci, me criei, aprendi.

A Bahia de Vitória.

Por isso estou começando uma série nova: Tabuleiro da Bahia. Vou oferecer aqui no meu blog as melhores coisas que a Bahia tem.

No meu tabuleiro da Bahia tem muita coisa boa. Hoje vou mostrar uma delas: a maior referência musical do carnaval da Bahia. Para mim, do carnaval de todo o Brasil. Instrumentista magnífico, um mago da guitarra baiana.

Armandinho Macêdo!

Vejamos algumas de suas performances.

Bolero de Ravel (lembranças da Praça Castro Alves de Carnavais de Outrora).



Brasileirinho.



Marchinhas de Carnaval.



Czardas.



No frevo rasgado do Carnaval de Salvador.



Ou simplesmente brincando, derramando talento em todos.