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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O protesto de domingo morreu, tecnicamente, antes de nascer.


Paulo Nogueira
Original aqui.



A causa mortis foi a NOG, a Nova Ordem da Globo, aquela que tira formalmente o apoio ao golpe.

A Globo nunca entra num jogo se pode perder. Ela apoiou os golpistas de 64 porque a vitória era certa, garantida pelos militares e pelos americanos.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Monteiro, Emília, a pílula falante e Dirce

Uma personagem, um autor, um texto, uma atriz.

Dirce Migliaccio interpreta Emília, na cena em que ela destrava a língua a falar, após engolir a pílula falante do Doutor Caramujo.

A atuação impecável, mais um texto absolutamente genial que vem da obra de Monteiro Lobato, deram à Atriz a chance de exibir um talento fora do comum, formando uma das cenas antológicas da história da televisão do Brasil.


domingo, 29 de setembro de 2013

Homossexualidade na TV: novos tempos

Homossexualidade na TV brasileira: liberação ou reprodução de preconceitos?


Original aqui.

O tema da homossexualidade, ou do homoerotismo, ou da homoafetividade, como preferem alguns, é praticamente sinônimo de polêmica em se tratando de Brasil, um país de ampla maioria cristã. Portanto, com uma população pouco simpática às relações sexuais fora dos padrões chamados heteronormativos, baseados nas relações homem versus mulher, no casamento e no sexo para procriação. Nos últimos anos, devido à presença cada vez maior do tema na televisão e na internet, principalmente, a polêmica parece ter crescido. E, para completar, a recente eleição de um pastor evangélico para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, acusado de homofobia e racismo, bem como as declarações do papa Francisco sobre os gays durante a Jornada Mundial da Juventude, realizada no Brasil — "quem sou eu para julgar os gays” —, acirraram os ânimos do povo, criando uma verdadeira divisão entre militantes contrários e prós homossexualidade.
Personagem homossexual sem idealizações

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O povo não é bobo

Acuadas pela blogosfera, embora protegidas pelas empresas de comunicação coirmãs, as Organizações Globo, quem diria, vivem dias de vidraça

Leandro Fortes
Carta Capital

Original aqui.

Enquanto ainda alimenta a fantasia das “manifestações pacíficas” que cobriu, covardemente, do alto dos prédios das cidades, com repórteres postados como atiradores de(a) elite, a Rede Globo se vê, finalmente, diante de uma circunstância que não consegue dominar, manipular e, ao que parece, nem mesmo entender. Aliás, que jamais irá entender, porque se tornou uma instituição não apenas descolada da realidade, mas também do tempo em que vive. Ela e a maior parte dos profissionais que nela trabalham, estes que acreditam ter chegado ao topo da profissão de jornalista quando, na verdade, estão, desde muito tempo, vinculados ao que há de mais obsoleto, atrasado e cafona dentro do jornalismo nacional.

terça-feira, 19 de março de 2013

30 anos do Tema

O tema da Vitória, composição de Eduarto Souto Neto, acaba de completar 30 anos.

Abaixo cenas da primeira vez em que a Rede Globo o exibiu: Grande Prêmio do Brasil de 1983. Vitória de Nélson Piquet. Eu me lembro da corrida, mas confesso que não me lembro do tema ter sido tocado.

Legal para relembrar, ou para apreciar, caso não se tenha vivido aqueles tempos.



Uma curiosidade: Alain Prost já foi agraciado duas vezes com o tema da Vitória. É que ele tocava para os vencedores do GP do Brasil, e Alain venceu em 1984 e 1985.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Medo da Internet


A Rede Globo tem Medo da Internet



Blogueiros sofrem implacável perseguição judicial do diretor de jornalismo da maior emissora do país
Pedro Rafael, Brasília (DF)



Original aqui.

Um dos espaços mais fortes de contraponto à hegemonia dos grandes meios de comunicação são os blogs de jornalistas e ativistas espalhados pela internet. A velocidade da rede e a capacidade de disseminação de informações têm provocado reações que revelam o verdadeiro compromisso dos empresários da mídia com a liberdade de expressão.
Charge de Carlos Latuff

Na mais recente investida contra blogueiros, na semana passada, o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, venceu em segunda instância o processo que move contra Rodrigo Vianna, repórter da TV Record e dono do blog Escrevinhador, que chega a ter mais de 30 mil acessos diretos por dia. O blogueiro, que foi repórter da Globo e saiu justamente por discordar da cobertura parcial da emissora nas eleições presidenciais de 2006 – em favorecimento à candidatura do PSDB – pode ser obrigado a pagar uma salgada indenização apenas porque exerceu o “sagrado” direito constitucional da livre opinião. O problema é que foi contra a Globo.

Vianna publicou em seu blog que o jornalismo da emissora comandada por Kamel era algo “pornográfico”, em alusão a uma infeliz coincidência: um ator pornô dos anos 1980 também usava o mesmo nome do manda chuva do jornalismo da Globo. Ao se apropriar da informação como metáfora, para produzir uma crítica, o jornalista atingiu o alvo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O direito de resposta de Brizola no Jornal Nacional

Original aqui.

O direito de resposta mais célebre da história do jornalismo nacional

Fez 15 anos, praticamente incógnito, o direito de resposta mais célebre da história do jornalismo brasileiro: em 15 de março de 1994, visivelmente constrangido, Cid Moreira (que por 27 anos esteve à frente da bancada do Jornal Nacional) leu texto de 440 palavras que a Justiça obrigou a TV Globo a divulgar em seu telejornal mais nobre.

Foram cerca de três minutos nos quais Cid, a cara do JN, incorporou Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, que atacou duramente a emissora.


A ação de direito de resposta, obra do advogado Arthur Lavigne, foi inédita e abriu caminho para que os cidadãos buscassem amparo legal contra barbaridades cometidas pela imprensa _neste caso específico, num editorial, Roberto Marinho, o dono das Organizações Globo, havia chamado Brizola de “senil”.

Leia, abaixo, a íntegra do texto.

domingo, 27 de maio de 2012

MTV - Comédia: Indiretas Já

Uma paródia inteligente e engraçada da música Roda Viva, descobrindo um pouco a verdadeira "cara" da Rede Globo.

"Anãozinho, bunda gigante
Tem dançarina, competição

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Pinheirinho e a Globo

Esta eu peguei no Blog de Nassif (aqui). Discute-se um flagrante de um momento extremamente infeliz de uma jornalista que, muito mais preocupada em seguir a pauta editorial da emissora onde trabalha, acaba metendo os pés pelas mãos e salpicando uma mancha em sua própria biografia profissional.

Mônica Walvogel poderia passar sem essa. Mas insistiu em tentar conduzir a entrevista, e distorcer as opiniões dos seus convidados. Acabou ficando flagrantemente constrangedor.




Mônica Waldvogel põe jornalismo 'entre aspas'


Por Weden
Mônica Waldvogel passou por um dos momentos mais constrangedores na história da GoboNews. Pautada para defender as ações da PM paulista, da Prefeitura de São José dos Campos e do Governo Alckimin no caso do massacre de Pinheirinho, por várias vezes, ela passou por cima dos entrevistados e tentou impor o ponto de vista da casa.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Direito de Resposta

Os sites e blogs que se apressaram em reverberar o vídeo dos "globais" também deveriam, em nome da ética jornalística, reproduzir a resposta do governo federal.


UHE BELO MONTE
PERGUNTAS E RESPOSTAS

I. ATENDIMENTO À DEMANDA NACIONAL DE ENERGIA

1. Por que construir Belo Monte? Que papel a usina desempenha no desenvolvimento futuro do Brasil?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Será?

Será mesmo que Belo Monte vai afetar tantas pessoas assim?


Será mesmo que Belo Monte gera menos energia que usinas da Europa e dos EUA?


Será mesmo que Belo Monte vai destruir o parque nacional do Xingu?


Será mesmo que Belo Monte vai alagar a Amazônia?


Ou mesmo tudo isso é novela de ficção?

Este texto é uma compilação apressada do que pode ser lido em detalhes no endereço http://casatolerancia.blogspot.com/2011/11/belo-monte-noticia-ou-novela.html.

sábado, 19 de novembro de 2011

Globo contra Belo Monte

Nos anos 90 o Brasil viveu a época em que não podíamos crescer, gerar empregos e renda porque faltava energia.

Uma série de erros estratégicos que se acumularam por anos, mais a desastrosa política de privatização do setor energético que foi conduzida na época respondem por todo aquele momento difícil que o país viveu.

Faltava geração de energia, e no momento em que houve uma seca prolongada, o sistema baseado em poucas hidrelétricas não deu conta da demanda do país. O Brasil teve que racionar energia. As empresas tiveram que reduzir sua produção. Muitas pessoas foram demitidas. A economia do país encolheu.

A geração de energia é um problema muito mais difícil do que se pensa. Não é um mundo tão lindo como faz crer certos discursos fáceis: energia eólica, energia solar, energia das marés. Todas de fontes renováveis, todas limpas.

Mas todas ainda incapazes de prover energia na quantidade e na constância que necessitamos. Ainda não há tecnologia que permita nenhuma dessas fontes prover mais que uma parte muito pequena, e acessória, da energia que é demandada. Não há como iluminar cidades, mover indústrias, aquecer auto-fornos, transportar pessoas e cargas usando essas fontes alternativas. As pesquisas ainda são muito embrionárias, e elas não dão conta da missão. Simples assim.

As nações do mundo escolhem obter sua energia de usinas Termelétricas, Termonucleares e Hidrelétricas. Não fazem isso porque estão conjuradas na missão de destruir o Planeta. Fazem isso porque esta matriz é a única tecnicamente viável para atender às necessidades de geração de energia de qualquer país que sonhe em deixar a idade das trevas.

Não é uma escolha por ideologia. É por tecnologia.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Artilharia indireta

Há poucos dias previ (na verdade previram, e eu reproduzi aqui) que haveria artilharia pesada de uma emissora da grande imprensa contra o novo ministro da defesa. Está aqui.

Eis que, no vídeo abaixo, parece claro que a artilharia já começou.

sábado, 6 de agosto de 2011

Que militares?

Há uma teoria difusa de que a escolha de Celso Amorim para Ministro da Defesa é o primeiro motivo pelo qual anseiam os militares para perpetrar um golpe de estado no Brasil.

A pergunta é: que militares?

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O monologuismo da TV

É interessante a observação abaixo, que eu encontrei no blog do Luís Nassif (leia aqui).

De fato, a TV tem uma característica única - e um tanto nociva a si mesma nesse mundo de transformações - que é a dificuldade de dialogar. A Televisão não dialoga; ela fala. A gente ouve. Ponto final.

Ocorre que a Televisão aglutina duas propriedades que corrompem a possibilidade do diálogo. Primeiro, é uma mídia de informação instantânea. Segundo, pretende ter alcance muito amplo.

A Informação recebida da Televisão é rápida, passada na velocidade dos apresentadores e das reportagens. O expectador assiste uma matéria e, no segundo seguinte, já está sendo fulminado por outra. Isso não permite a reflexão, tampouco o senso crítico.

Some-se a isso o fato de que a vocação da Televisão é abranger o maior número possível de pessoas, de forma a maximizar seu ganho (que é a publicidade): quanto maior a assistência, mais caros os anúncios, maior o faturamento. Ocorre que, para alcançar uma área mais extensa, é necessário afastar-se muito dos expectadores. A Televisão está perdendo a identidade com as pessoas. Esse fenômeno não é tão vigoroso no Rádio, por exemplo, pois apesar de ser uma mídia instantânea, sua vocação regional aproxima as emissoras das realidades locais e possibilita um diálogo mínimo com a assistência.

Com a popularização da Internet, que é provavelmente a primeira mídia de massa que propicia a reflexão, a crítica e o diálogo - a Internet não tem um único dono, logo não tem uma única pauta - a Televisão está se vendo numa posição inédita: sendo cobrada, questionada, debatida, afrontada em seu discurso outrora dominante.

A mídia Televisiva está, assim, numa fronteira difícil. Porque pela primeira vez está lidando com uma dura realidade: conviver com o Contraditório.


O dia em que William Bonner escorregou

"A entrevista de Dilma Rousseff ao Jornal Nacional foi laboratório amplo de como o jornalismo pode utilizar estereótipos vazios em uma campanha eleitoral.

Não se vá exigir de William Bonner e Fátima Bernardes – dois ótimos apresentadores – conhecimento que vá além dos bordões das televisões. Quem detém mais conhecimento são comentaristas, especialmente os que passaram pela imprensa escrita, antes de chegarem à TV.

TV aberta não privilegia conteúdo. Trabalha sempre em cima do bordão, em geral repetitivo para poder alcançar a faixa mais ampla de público. Como tal, há um nivelamento por baixo. A arte na TV aberta consiste no apresentador falar uma banalidade em tom grave e convincente.

Mais que isso, em emissoras partidárias – como é o caso da Globo – cria-se um mundo à parte, força-se a reportagem sempre em uma mão única. E aí sucumbem vítima de um problema bastante estudado na sociologia da comunicação: acreditam que o mundo real é aquele espelhado em suas reportagens; e, como não há o contraditório interno, acredita-se na eficácia de bordões que, na verdade, só são eficientes quando não existe alguém do outro lado para rebater.
"

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Atraso nas postagens

Tive longos dias sem acesso à internet. Aqui seguem os devidos agradecimentos à Oi e à sua competente equipe.

Logo, foram também longos dias sem postagens no Blog.

E ontem eu e minha querida Mirtes sofremos um pequeno acidente.

Mirtes é a minha motocicleta, grande companheira. Um tanto excêntrica e agressiva às vezes, é verdade, mas uma grande companhia.

Ocorre que em função deste infortúnio, eu estou com os dedos parcialmente impedidos de operar um teclado. Por isso teremos postagens curtas por algum tempo.

Mirtes, mais azarada, teve que ficar internada para se recuperar. Mas deve receber alta ainda hoje.

Não pensem mal das motocicletas. Pensem mal dos condutores, de carros e motos.

Eu continuo adorando motos. E a minha reverência segue abaixo, com o melhor espetáculo que há nos circos, e a maior homenagem à habilidade de motociclistas: o Globo da Morte.



Caros colegas motociclistas: não tentem fazer isso em casa. Muito menos nas ruas.

De preferência, não tentem fazer isso. Usem suas motos para o prazer de um passeio, para a facilidade de estacionar, pela economia de combustível.

Em breve estaremos, eu e Mirtes, totalmente recuperados. E as postagens mais reflexivas, que requerem textos mais longos, também.

Valeu pessoal!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Guerra da TV

Essa guerra deflagrada entre Record e Globo, as duas principais redes de televisão do país, está expondo os intestinos podres de parte da grande imprensa brasileira. De fato, são escandalosas as supostas operações da Igreja Universal do Reino de Deus que estão sendo investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Por seu turno, a Globo vê-se exposta em seu passado nada admirável de manipulações jornalísticas e alianças com os quadros políticos mais retrógrados do Brasil. Além disso, um empréstimo do BNDES, em condições no mínimo suspeitas, está sendo repetitivamente usado pelos Bispos para atingir a emissora carioca.

De fato, a investigação sobre a Igreja Universal ainda não alcançou seu termo, conforme alega a TV Record. Não obstante, os indícios são muito claros. Parece, embora ainda existam avaliações e investigações a serem concluídas, que havia uma manobra financeira, que levava o dinheiro dos fiéis da Universal por uma longa viagem em contas bancárias pelo mundo até que acabava sendo usado em outras empresas da Igreja, e não, como alegam os seus principais líderes, para “manutenção dos templos e obras sociais”. Caso confirmada a denúncia, mais do que enganando os fiéis, a Igreja estaria cometendo crime de sonegação fiscal.

E também é fato que a Rede Globo esteve associada à Ditadura Militar, sendo muitas vezes favorecida por ela. A emissora carioca ignorou, em seu telejornalismo, o clamor pela democracia de todo um país no movimento “Diretas Já”. Já em 1982 havia gerado inúmeras matérias sem nenhum fundamento para destruir a candidatura de Leonel Brizola ao governo do Rio de Janeiro. Em 1989 manipulou grosseiramente a edição de um debate entre Lula e Collor, além de ter dado espaço àquele que provavelmente foi o golpe mais baixo, do ponto de vista ético, na história das campanhas eleitorais para presidente. Trata-se do episódio em que Collor de Melo usou uma ex-esposa de Lula com acusações pessoais (e, depois se soube, infundadas).

Os dois episódios - a edição do debate e as declarações da ex-esposa de Lula - certamente ajudaram a decidir uma eleição que, de acordo com a evolução das pesquisas, poderia surpreendentemente ser vencida pelo PT.

A Record vai adiante, questionando um empréstimo do BNDES à Rede Globo, que estava em dificuldades financeiras com sua emissora de TV a Cabo, ocorrido na década de 90. Alega que o empréstimo foi prejudicial ao Banco e, o mais grave, legalmente não poderia ser concedido.

Pessoalmente eu acho que as emissoras de TV deveriam ser proibidas de se associar a grupos religiosos. Mais ainda, deveriam ser proibidas de veicular, em sua programação, qualquer mensagem de conteúdo religioso.

Defendo esse ponto de vista porque o estado brasileiro é constitucionalmente laico. Ou seja, não possui religião alguma. Além disso, garante a liberdade de culto a todas as religiões.

Por esse princípio, é outorgada a livre manifestação religiosa em locais públicos como ruas e praças. Pela nossa constituição, o Estado garante a todos a liberdade de usar o espaço público para manifestar sua religiosidade, independente de culto ou credo. Nenhum deles pode argüir para si a exclusividade de uso de uma praça, ou de uma rua.

Dessa maneira, não se entende como pode o estado permitir uma concessão de canal de TV – o canal é um bem público que é concedido às emissoras – a um grupo religioso. Isso é preterir algumas religiões, em favorecimento de outras. Vêem-se missas católicas e cultos evangélicos todos os dias na TV. Mas jamais assisti um ritual de Ubanda, uma palestra muçulmana, uma pregação Judaica.

Se a concessão é pública, então deve se manter longe de manifestações religiosas, já que o estado brasileiro é laico. Não obstante, Globo e Record veiculam programações religiosas em sua grade.

Além disso, é de se observar também que a Record não denunciou a Rede Globo senão depois das reportagens exibidas pela TV da família Marinho. Causa estranheza, e parece ser mais um caso grosseiro de manipulação, o fato de que a Record possua as graves informações a respeito do empréstimo do BNDES à Globo, além dessas alianças espúrias feitas pela emissora no passado, sem que jamais tenha feito denúncia.

Se a denúncia é feita agora, apenas em represália às matérias da TV Globo, então a Record não está minimamente preocupada com jornalismo, com a busca e exposição da verdade. Está usando a denúncia apenas para se defender, usando a máxima de que "a melhor defesa é o ataque".

Da mesma forma que a Globo manipulou notícias, a Record omite notícias. Não cabe outra análise: ambas as emissoras estão usando a informação não como elemento da composição de um fato jornalístico, e sim como arma, que está reservada para salvaguardar seus interesses empresariais e políticos.

Um flagrante desrespeito ao código de conduta que elas assinam quando recebem uma concessão.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Série Aberturas: Futebol Globo Anos 80

Era apenas o velho e bom "Prá Frente Brasil", mas o arranjo estilizado deu um ar solende de competição esportiva que emocionava o telespectador.

Inesquecível.



Depois disso vinha o "Bem Amigos" de Galvão Bueno, que acabou também se tornando um clássico.